Malta, isto de estar casado tem muito que se lhe diga... E hoje percebo que a coisa começa a piar fininho quando se tem filhos, principalmente mais do que um. O que "safa" é que parece que o "mal" é geral, e olhando à volta tudo se queixa do mesmo embora possam mudar os pormenores.
Em jeito de conversa sobre este assunto com amigas, alguém falou do profeta, aquele que proclama a palavra do senhor, aquele que quer ensinar as famílias do senhor, mas de uma forma única, basicamente de morrer a rir! Deixo-vos o link que me foi passado, mas confesso que depois disso já passámos um bom bocado a ver outros tantos e a rir até doer a barriga! Qualquer semelhança com a realidade que têm em casa, é pura coincidência! 😂😂😜
domingo, 19 de junho de 2016
sexta-feira, 17 de junho de 2016
Eles vão de férias? Sozinhos???
Realmente a maternidade relativiza muita coisa... Hoje fui levar as meninas ao colégio e reparo num casal que foi levar o seu toddler à creche. A particularidade do casal é que iam todos equipados para ir para a praia: fato de banho, havaianas... Rapidamente comecei a especular e a ligar o botão da censura: "estes" estão de férias e deixam o miúdo na escola para irem para a praia descansar? Bem, mas também pode ser um dia especial para os dois que desejam celebrar sozinhos e de forma especial...
De repente percebi que afinal nenhuma das duas hipóteses me choca assim tanto. Já chocou, confesso! Mas agora parece que não tem o mesmo impacto. Aliás, dei por mim a pensar como seria bom ter uns dias para recuperar baterias, para cuidar de mim, para namorar... Hoje dou muito mais valor a pais saudáveis e felizes. Pais presentes sempre deixou para mim de ser tudo o que é preciso! Até porque se há dias que preferíamos passar umas boas horas sem eles, estou cá a achar que eles também não se importavam de tirar umas férias de nós... No fundo hoje acredito mais em pais felizes, crianças felizes!
De repente percebi que afinal nenhuma das duas hipóteses me choca assim tanto. Já chocou, confesso! Mas agora parece que não tem o mesmo impacto. Aliás, dei por mim a pensar como seria bom ter uns dias para recuperar baterias, para cuidar de mim, para namorar... Hoje dou muito mais valor a pais saudáveis e felizes. Pais presentes sempre deixou para mim de ser tudo o que é preciso! Até porque se há dias que preferíamos passar umas boas horas sem eles, estou cá a achar que eles também não se importavam de tirar umas férias de nós... No fundo hoje acredito mais em pais felizes, crianças felizes!
terça-feira, 14 de junho de 2016
O lado oculto de mudar de casa
Alguém vos contou o que têm de fazer para mudar de casa? Alguém vos disse a quantidade de taxas e impostos que têm de pagar? E quando perguntas para o que é vociferam um conjunto imperceptível de palavras esquisitas com as quais não te identificas minimamente...
Mas pior! Mal acabas de assinar (e pagar) aquilo que te parece uma nova versão da lista telefônica, dizem de sorriso rasgado: tem 15 dias corridos para mudar a morada de todos os seus documentos, tem 1 mês para pedir isenção não sei de quê (pedir! Nada garantido!) e tem cerca de 24h para fazer novos contratos de tudo e mais alguma coisa...
Pronto, é isto! Já totalizei 4h de loja de cidadão e já percebi que é só o começo... As contas, ainda não fiz. Até tenho medo!
Mas pior! Mal acabas de assinar (e pagar) aquilo que te parece uma nova versão da lista telefônica, dizem de sorriso rasgado: tem 15 dias corridos para mudar a morada de todos os seus documentos, tem 1 mês para pedir isenção não sei de quê (pedir! Nada garantido!) e tem cerca de 24h para fazer novos contratos de tudo e mais alguma coisa...
Pronto, é isto! Já totalizei 4h de loja de cidadão e já percebi que é só o começo... As contas, ainda não fiz. Até tenho medo!
Às cavalitas
Fim de semana grande, fim de semana dos Santos! Era para ter sido muita coisa, não foi! Mas no final acho que foi bom. Houve tempo para brincar, parquear, ir à praia, comer petiscos, fazer birra... Enfim, muita coisa!
No domingo, como manda a tradição, lá fomos ao arraial, o do costume em Campolide. Com os anos vamos aprimorando as estratégias para lidar com a confusão e apesar da "carta do restaurante" ter ficando um pouco àquem dos outros anos, acho que foi melhor aproveitado que nunca.
E depois de um pouco de bailarico, rumámos à avenida. Estacionámos bem (como sempre) e ficámos mesmo perto para ver as marchas.
Lembro-me de ser pequena e fazer este ritual: ir ver as marchas à avenida. Andar às cavalitas para ver entre cabeças o desfile de música e cor. Este ano quis recriar estes momentos que tanto carinho me trazem. Decidi bancar a C (que sempre pesa menos 3kg...) nas minhas cavalitas. Beeeemmm!! Se eu soubesse o quanto custa jamais teria pedido em criança (ou não)... Ao final de marcha e meia já tinha tantas dores nas costas e trapézios que até a cabeça latejava... A parte boa é que a C adorou. Batia palmas, dançava e saltava (tudo em cima dos ombrinhos da mamã) e nem me deixava virar para o lado! No final da 2a marcha mudei de estratégia e fui procurar lugar nas cadeiras. Tenho a sorte de ter uma filha sedutora e em pouco tempo estávamos sentadas. A M ainda teve direito a ficar ao colo de uma velhotinha que não fazemos ideia de quem seja.
Bem-haja ao espírito alfacinha!
No domingo, como manda a tradição, lá fomos ao arraial, o do costume em Campolide. Com os anos vamos aprimorando as estratégias para lidar com a confusão e apesar da "carta do restaurante" ter ficando um pouco àquem dos outros anos, acho que foi melhor aproveitado que nunca.
E depois de um pouco de bailarico, rumámos à avenida. Estacionámos bem (como sempre) e ficámos mesmo perto para ver as marchas.
Lembro-me de ser pequena e fazer este ritual: ir ver as marchas à avenida. Andar às cavalitas para ver entre cabeças o desfile de música e cor. Este ano quis recriar estes momentos que tanto carinho me trazem. Decidi bancar a C (que sempre pesa menos 3kg...) nas minhas cavalitas. Beeeemmm!! Se eu soubesse o quanto custa jamais teria pedido em criança (ou não)... Ao final de marcha e meia já tinha tantas dores nas costas e trapézios que até a cabeça latejava... A parte boa é que a C adorou. Batia palmas, dançava e saltava (tudo em cima dos ombrinhos da mamã) e nem me deixava virar para o lado! No final da 2a marcha mudei de estratégia e fui procurar lugar nas cadeiras. Tenho a sorte de ter uma filha sedutora e em pouco tempo estávamos sentadas. A M ainda teve direito a ficar ao colo de uma velhotinha que não fazemos ideia de quem seja.
Bem-haja ao espírito alfacinha!
segunda-feira, 6 de junho de 2016
É hoje!
Depois de um fim de semana genial, cansativo mas bom, segue uma manhã cheia de emoção! Vou ali comprar uma casa e já venho...
sexta-feira, 3 de junho de 2016
Homeless
Vendi a minha casa. Foi hoje.
O que pode passar pela cabeça de alguém durante uma escritura?
"Isto é uma seca!", "tenho mesmo que estar aqui? Não me apetece nada!", "e se me der um ataque de riso agora?", "eu não quero saber estas coisas todas sobre o comprador...!", "e se agora me levantasse, como nos casamentos, e dissesse: desculpe mas esta cerimónia não pode acontecer!".
Enfim, foi estranho ver o ar feliz dos outros dois. Não que eu não estivesse feliz... Bem, na verdade não tenho a certeza do que estava. Acho que tinha apenas fome àquela hora. O marido perguntou assim que chegamos ao carro "o que é que estás a sentir?", respondi "nada de especial!", ele concordou "eu também não"...
Mas foi assim (já sem fome) que vim para casa, a tal onde vivo mas não é minha. Assim vou permanecer durante dois meses, numa morte e despedida lenta que desejo que coincida ardentemente com a nova paixão a crescer. No final dos dois meses vou ter que sair. Vai ser a loucura nesse mês de Agosto!
A parte positiva é que com a casa foi também a dívida, a dolorosa! Deixámos de dever a nossa vida, ainda que por poucos dias 😄
O que pode passar pela cabeça de alguém durante uma escritura?
"Isto é uma seca!", "tenho mesmo que estar aqui? Não me apetece nada!", "e se me der um ataque de riso agora?", "eu não quero saber estas coisas todas sobre o comprador...!", "e se agora me levantasse, como nos casamentos, e dissesse: desculpe mas esta cerimónia não pode acontecer!".
Enfim, foi estranho ver o ar feliz dos outros dois. Não que eu não estivesse feliz... Bem, na verdade não tenho a certeza do que estava. Acho que tinha apenas fome àquela hora. O marido perguntou assim que chegamos ao carro "o que é que estás a sentir?", respondi "nada de especial!", ele concordou "eu também não"...
Mas foi assim (já sem fome) que vim para casa, a tal onde vivo mas não é minha. Assim vou permanecer durante dois meses, numa morte e despedida lenta que desejo que coincida ardentemente com a nova paixão a crescer. No final dos dois meses vou ter que sair. Vai ser a loucura nesse mês de Agosto!
A parte positiva é que com a casa foi também a dívida, a dolorosa! Deixámos de dever a nossa vida, ainda que por poucos dias 😄
quarta-feira, 1 de junho de 2016
Dia da Criança - ideia peregrina...
Que ideia fantástica tive eu para fazer com as meninas neste dia tão especial que é o dia da criança? Então? Não advinham?
Ir à feira do livro, num dia de imenso calor, a seguir à escola. Portanto, por outras palavras, peguei em duas crianças estoiradas e birrentas da escola e levei-as a subir (e descer) o parque eduardo VII a ver livros em bancas, que alguns nem sequer conseguem ver porque são altos!
Posso dizer-vos que foi do melhor. Ficámos todos muito mais "ricos" desta experiência. Estamos cansados e mal humorado... A Clara fez birra em todas as bancas e conseguiu rasgar uns quantos livros pelo caminho (lógico que os comprámos...). A Maria aguentou-se melhor, mas ainda assim vem queixosa e pediu 1300 vezes para ir à casa de banho.
Pronto, tinha ideia de fazer agora pizza para o jantar, mas esqueçam lá isso! Vai ser douradinhos que é só meter no forno!
Ir à feira do livro, num dia de imenso calor, a seguir à escola. Portanto, por outras palavras, peguei em duas crianças estoiradas e birrentas da escola e levei-as a subir (e descer) o parque eduardo VII a ver livros em bancas, que alguns nem sequer conseguem ver porque são altos!
Posso dizer-vos que foi do melhor. Ficámos todos muito mais "ricos" desta experiência. Estamos cansados e mal humorado... A Clara fez birra em todas as bancas e conseguiu rasgar uns quantos livros pelo caminho (lógico que os comprámos...). A Maria aguentou-se melhor, mas ainda assim vem queixosa e pediu 1300 vezes para ir à casa de banho.
Pronto, tinha ideia de fazer agora pizza para o jantar, mas esqueçam lá isso! Vai ser douradinhos que é só meter no forno!
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