Sinto-me na obrigação de contar o que consegui fazer ontem face à lista exigente que coloquei na madrugada de Sábado. Quis fazê-lo ontem, mas as horas avançadas na noite não me permitiram sequer abrir o browser.
Então, ontem fiz dois bolos, brigadeiros e duas sopas; fui às compras e ao chinês; fiz as máquinas de roupa e passei parte do monte descontrolado; fiz as lembranças e ainda cortei, colei e montei muitas decorações para a festa da C. Enfim, não fiz tudo o que tinha para fazer, mas estive quase! Se fiz tudo sozinha? No Way! A super mulher é aquela que sabe que quando as coisas se tornam difíceis, o melhor mesmo é pedir ajuda! Agora é manter o ritmo até Sábado, ou até sempre...
segunda-feira, 11 de abril de 2016
domingo, 10 de abril de 2016
Cenas do bacio, take II
A C começou a achar piada ao bacio. Não faço qualquer intenção de lhe incutir alguma pressa neste assunto. Quando chegar a altura, ela mo dirá. No entanto, e penso que seja por imitação da irmã, a C tem mostrado algum interesse e conhecimento sobre estas coisas do coco e xixi. Este fim de semana pediu para ir ao bacio. Dei-lhe o bacio mais como brincadeira do que outra coisa qualquer. Passado algum tempo ela diz "mamã tem coco". Que mãe tão descrente! Não acreditei nem um pouco! Ainda assim fui ver. Levantei-a e lá estava ele, pequeno mas estava! O mais hilariante foi o que veio a seguir. A C ficou fascinada com o que tinha produzido, mas... Ficou aterrorizada! Já não se quis sentar novamente, mesmo depois do pai ter limpo tudo! E não fez mais qualquer produção durante o resto do dia. Agora quando vê o bacio ainda lá vai espreitar, não vá ter voltado o coco desaparecido! 😂
sábado, 9 de abril de 2016
Falta a capinha da super heroína
Quando tento enfiar alguma coisa extra no meu fim de semana já por si mega preenchido e caótico, fica tudo LI-XA-DO! Se a isto se juntar uma dose de sono brutal e comulativa, o resultado é: NADA! E muita vontade de rir! Mas mais vale rir do que chorar e amanhã... Amanhã é que vai ser! Vou à missa, às compras, ao chinês, fazer 2 bolos, fazer brigadeiros de dois tipos, fazer croissants de chocolate, acabar as lembranças para a escola, fazer duas panelas de sopa, arranjar as unhas, embrulhar as prendas, fazer uma máquina de roupa, passei a ferro outras 3, preparar a documentação toda para o banco e se ainda der, dava jeito trabalhar um bocadinho.
E hei-de perder parte do dia à procura do fato de super mulher!
E hei-de perder parte do dia à procura do fato de super mulher!
quinta-feira, 7 de abril de 2016
Olá Primavera!
Tirar as sabrinas da arrecadação, guardar a gola alta no armário e deixar o casaco no carro faz bem à alma! Só falta parar de tremer o dia todo! Mas lá chegaremos...
terça-feira, 5 de abril de 2016
Bebé aranha
Vocês acreditam que a minha filha mais nova virou aranha? Ou alpinista? Depois destes meses todos é que ela se está a revelar. Então não me anda a trepar os móveis todos de casa??
Ontem eu disse em voz sonora:" 'Prá mesa!" E então assisto a dona C a trepar para uma cadeira, a apoiar-se na mesa e na janela e a atirar-se para a sua cadeirinha de papa. E no final de estar sentada ainda disse "mamã, shoupa"!
Para piorar, na semana passada deitei a menina na sua cama de grades (que ainda tem as grades todas!) e passados uns minutos começo a ouvir muitos risos. O pai foi lá e ainda pergunta "tens a certeza que a meteste mesmo no berço? É que ela está a correr pelo quarto!"
Estou feita!
Ontem eu disse em voz sonora:" 'Prá mesa!" E então assisto a dona C a trepar para uma cadeira, a apoiar-se na mesa e na janela e a atirar-se para a sua cadeirinha de papa. E no final de estar sentada ainda disse "mamã, shoupa"!
Para piorar, na semana passada deitei a menina na sua cama de grades (que ainda tem as grades todas!) e passados uns minutos começo a ouvir muitos risos. O pai foi lá e ainda pergunta "tens a certeza que a meteste mesmo no berço? É que ela está a correr pelo quarto!"
Estou feita!
sexta-feira, 1 de abril de 2016
Lidar com a frustração
É recorrente ouvir falar sobre os limites que as crianças devem ter para aprenderem a lidar com a frustração e do mal que faz quando isto não acontece. Pois hoje pus-me a pensar sobre o assunto: Mas será que existe mesmo esta necessidade real de criar limites? Então analisei o que se passa no meu mundo.
Hoje acordei tarde, tive que correr contra o tempo. A primeira contrariedade que tive foi o tempo. Queria tanto vestir aquela camisola fininha... Estou tão farta de mau tempo! Bem, camisolonas depois, fui acabar de me arranjar. Era hora de tratar das meninas, mas o tempo era curto. Levei logo um balde de água fria, porque o seu índice colaborativo estava muito baixo. Não queriam vestir, não queriam a roupa, não decidiam a roupa, lutaram pelos cereais, pelas colheres, pelos sapatos, a C fez coco mesmo antes de sair de casa e com isto consegui sair meia hora atrasada de casa. Fui pô-las à escola, corri para me vir embora. Tinha de fazer um bolo de anos para amanhã, mas onde é que pus a receita?? Bolas, falta-me um ingrediente. Já não tenho tempo! À hora de almoço combinei com um construtor para me fazer um orçamento para a casa nova. E volto de novo a pensar: esta história de mudar de casa tem-me continuamente posto à prova. Serei eu capaz de mudar? De gerir a mudança? Conseguirei construir uma casa de que me orgulhe? E volto a pensar em todas as coisas que poderia fazer se tivesse condições financeiras para tal.
Ainda agora o meu dia começou e já me deparei com um monte de contrariedades, frustrações, dificuldades. Mas não é isto a vida? O tal jogo de cintura para contornar e ultrapassar os obstáculos com que nos deparamos?
Depois pensei nas meninas: a M queria levar a t-shirt nova para a escola. Até foi à janela chamar o sr calor. A C não queria collants, e teimou que queria uma fralda-cueca e uma fralda normal ao mesmo tempo. A C queria ir no pópó mas não se queria sentar na cadeirinha. Pediram pão no carro, mas eu no meio da confusão esqueci-me de levar. Queriam ficar na escola, mas queriam a minha companhia. Bem, parece que também elas já tiveram a sua dose de frustração nesta pequena manhã, e espera-se que assim continue durante o dia. Não estarão elas a aprender a lidar com o assunto naturalmente? Então de que outros limites estamos a falar? Que outros limites devemos impor? Os que são assim, porque sim? Qual o seu benefício?
No fundo acredito que o contexto e a razão lógica dos acontecimentos dita os limites natural, os quais temos que aprender a lidar naturalmente. Então para quê tanta conversa sobre este assunto?
Hoje acordei tarde, tive que correr contra o tempo. A primeira contrariedade que tive foi o tempo. Queria tanto vestir aquela camisola fininha... Estou tão farta de mau tempo! Bem, camisolonas depois, fui acabar de me arranjar. Era hora de tratar das meninas, mas o tempo era curto. Levei logo um balde de água fria, porque o seu índice colaborativo estava muito baixo. Não queriam vestir, não queriam a roupa, não decidiam a roupa, lutaram pelos cereais, pelas colheres, pelos sapatos, a C fez coco mesmo antes de sair de casa e com isto consegui sair meia hora atrasada de casa. Fui pô-las à escola, corri para me vir embora. Tinha de fazer um bolo de anos para amanhã, mas onde é que pus a receita?? Bolas, falta-me um ingrediente. Já não tenho tempo! À hora de almoço combinei com um construtor para me fazer um orçamento para a casa nova. E volto de novo a pensar: esta história de mudar de casa tem-me continuamente posto à prova. Serei eu capaz de mudar? De gerir a mudança? Conseguirei construir uma casa de que me orgulhe? E volto a pensar em todas as coisas que poderia fazer se tivesse condições financeiras para tal.
Ainda agora o meu dia começou e já me deparei com um monte de contrariedades, frustrações, dificuldades. Mas não é isto a vida? O tal jogo de cintura para contornar e ultrapassar os obstáculos com que nos deparamos?
Depois pensei nas meninas: a M queria levar a t-shirt nova para a escola. Até foi à janela chamar o sr calor. A C não queria collants, e teimou que queria uma fralda-cueca e uma fralda normal ao mesmo tempo. A C queria ir no pópó mas não se queria sentar na cadeirinha. Pediram pão no carro, mas eu no meio da confusão esqueci-me de levar. Queriam ficar na escola, mas queriam a minha companhia. Bem, parece que também elas já tiveram a sua dose de frustração nesta pequena manhã, e espera-se que assim continue durante o dia. Não estarão elas a aprender a lidar com o assunto naturalmente? Então de que outros limites estamos a falar? Que outros limites devemos impor? Os que são assim, porque sim? Qual o seu benefício?
No fundo acredito que o contexto e a razão lógica dos acontecimentos dita os limites natural, os quais temos que aprender a lidar naturalmente. Então para quê tanta conversa sobre este assunto?
quarta-feira, 30 de março de 2016
A Páscoa surpresa!
Uma nota ainda sobre a Páscoa.
Acabou por ser extremamente benéfico. Para além de todas as brincadeiras das meninas, as bochechas vermelhas de rir e correr, de apanhar fruta e regar com a avó, ambiente bem diferente da vida citadina que acaba sempre por compensar o cansaço e deixar alguma tristeza na hora de vir embora. Mas para além disso ainda houve tempo para conversar. Daquelas conversas em volta da mesa, que juntam as partes interessadas (quase todas). Onde se esmiuçam assuntos mal arrumados e que nos faz reencontrar e unir e conhecer melhor o que os outros sentem e fazem. Posto isto: saldo positivo da Páscoa!!
Acabou por ser extremamente benéfico. Para além de todas as brincadeiras das meninas, as bochechas vermelhas de rir e correr, de apanhar fruta e regar com a avó, ambiente bem diferente da vida citadina que acaba sempre por compensar o cansaço e deixar alguma tristeza na hora de vir embora. Mas para além disso ainda houve tempo para conversar. Daquelas conversas em volta da mesa, que juntam as partes interessadas (quase todas). Onde se esmiuçam assuntos mal arrumados e que nos faz reencontrar e unir e conhecer melhor o que os outros sentem e fazem. Posto isto: saldo positivo da Páscoa!!
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