Páginas

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

'Bora ver um filme? Ya, Ya!

Comedia do serão de hoje: crianças na cama (não, não estavam a dormir. A Clara ainda palrava), cozinha arrumada e eu mal disposta no sofá. Ideia brilhante do meu marido: e se víssemos um filme? Há anos que não o fazemos. Eu disse que sim sem grande entusiasmo, e até dei uma opinião vaga sobre o título a ver.
E o que é que aconteceu?
Bem, eu aterrei no segundo minuto, ele aguentou-se firme e hirto até ao quinto. Por isso, Mortdecai vais ter que esperar por outras núpcias!!

O bode espiatorio

As mulheres são de facto um bicho estranho e complicado. Quando elas metem uma coisa na cabeça normalmente ganha contornos para ontem, e torna-se muito difícil demove-las.
Pois bem, desde Novembro que ando doente. Já tomei dois ABs, montes de outros comprimidinhos, já perdi a conta aos pufs a que me submeti e até injecções já levei. Não está fácil, pelo menos para mim porque os senhores da farmácia do lado cada vez me sorriem mais!
Então pus-me a pensar: porquê? Mas porquê? Há anos que nunca adoecia. O ano passado tive um problema de saúde bem justificado, mas agora isto??? E eis que meti uma coisa na cabeça: só pode ser da casa!
Ui! O que fui meter na cabeça!!! Mas analisando, eu vivo praticamente numa estufa de cogumelos. Faz mais frio do que na rua, tem bolor pelas paredes, cheiro a mofo de cair para o lado. A roupa e acessórios apodrecem tal o nível de humidade, e nem o desumidificador, as obras, as janelas a deixar entrar o ar e um sem número de outras sugestões já propostas têm resultado. Por isso eu meti na cabeça que ando doente por causa da casa! Resultado? Não há dia que não faça pesquisas em sites e mais sites de casas à venda, em busca de encontrar um ninho novo, perfeito e a preço da chuva... Por este andar, lá para o verão encontro, quando a chuva é escassa!

domingo, 3 de janeiro de 2016

Resoluções para 2016

Então, faltava um post apropriado ao novo ano. E como qualquer novo ano, este carece de uma lista de dizeres e fazeres, pretensões e expectativas. De certo não conseguirei cumprir todas, ou pelo menos da forma como gostaria, mas tudo tem um princípio, e estas também poderiam ser resoluções de vida, por isso vou considerá-las como trabalho em curso... Bom Ano a tod@s, que seja um ano de reflexão e conquistas!
Listinha de resoluções para (2016):
+ dormir mais
- ralhar menos
+ ganhar mais
- queixar menos
+ trabalhar mais
- preguiçar menos
+ conviver mais
- jogar menos
+ brincar mais
- gastar menos
+ poupar mais
- dever menos
+ beijar mais
- adoecer menos
+ ler mais
- temer menos
+ dançar mais
- chorar menos
+ rir mais
- comer menos (doces)
+ viajar mais
- pedir menos
+ ajudar mais

Estas deixas devem ser usadas todos os dias, um após o outro, sem excepção! Acredito que só assim conseguirei ser uma pessoa melhor, mais calma, consciente, controlada e FELIZ!

sábado, 2 de janeiro de 2016

Fim das Festas (ou quase)

Gosto de sair, de conviver, de passear, mas das coisas que mais prazer me dá é o regressar a casa. É tão bom voltar, e organizar tudo para voltar à normalidade. Por isso hoje, apesar das horas, dos montes de roupa e outros tantos afazeres que ficaram por fazer, deito-me satisfeita! Estou ansiosa por voltar à minha comoda rotina :)

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Aviso aos pais desatentos

Senhores e senhoras pais e mães de crianças pequenas que vão para centros comerciais,

Não vou comentar o ir para centros comerciais, vou apenas fazer uma chamada de atenção. Já repararam na temperatura média que tem estado na rua? E agora, já tomaram consciência da temperatura média dentro de um centro comercial? Em alturas de enchente a diferença pode ser de uns agradáveis 10/12 graus. Ora então digam-me lá: se os senhores tiram o dito do casaquinho, arregaçam as mangas porque a roupa que traziam é definitivamente exagerada para o contexto em que estão, porque é que continuam a achar que os pobres bebés têm que permanecer de casacos, gorros, e mantinhas, literalmente a torrar dentro de carrinhos super aquecidos. Será que também eles não terão calor? Alguns estão tão vermelhos que mais parecem saídos da tasca do lado.
Vá lá senhores! Sejam solidários com as pobres criaturas e tirem-lhes roupa! Não tenham medo que adoeçam, porque mais têm a perder com o sobreaquecimento e diferenças de temperatura. Isto assumindo que não lhes vestem a burca ao sair do estabelecimento...
Fica a dica!

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Coisas simples e boas: o glorioso!

Se bem me lembro, há sensivelmente 3 anos que o maridinho e o cunhado travam uma missão de converter as minhas filhas ao fanatismo clubista, neste caso sportinguista. Não ligo a futebol, mas simpatizo com o Benfica, claramente por influências em tenra infância de parte da família que não a materna. Sempre disse que não achava bem, que elas têm tempo de tomarem as suas próprias decisões, e que a influência excessiva seja do que for me parece errada.
Então hoje de manhã, estávamos a vestir para ir para a escola e o marido começa a cantar a música do  hino sportinguista. Não poupou a M da explicação do que era. Sem grande exaltação eu disse apenas que o pai gosta do Sporting e que a mãe gosta do Benfica. Então a M, num rasgo de surpresa e genuinidade exclamou:

"Oh pai, eu não shou do shpoting não! Eu shou do Benfica!"

Que orgulho filhinha!!!

Rescaldo das primeiras festas

Que grande confusão! Este ano o Natal foi inesperado! Um 24 de viagem marcada e malas feitas, trocado à pressa por um programa local, um almoço de ovos mexidos, e um nervoso miudinho difícil de esconder. Acabou por correr bem! Mais perto de casa, entre tosse e constipações. Trouxemos a montanha a Maomé!
As meninas deliraram com tudo! Embora estivessem a morrer de sono, comeram de tudo o que quiseram (obrinha da avó que assumidamente não sabe dizer que não), dançaram, cantaram, brincaram e correram. As prendas claro que foram um dos momentos altos da noite, que se seguiram ao afamado "ohohoh!" atrás da porta fechada, que se perpetua até hoje, sempre que se lembram.
 Mas foi inevitável a saída da rotina, o deitar demasiado tarde, até para crescidos quanto mais para pessoas de palmo e meio.
O 25 não foi mais calmo, por razões diferentes. A família que exige a presença obriga outras tantas, bem mais numerosas, a passar uma boa parte do dia de Natal na estrada. Voltamos a dar uma grande fintada à rotina, com sestas curtas, desajustadas e desconfortáveis. Mas vamos andando e já bem de noite chegamos a casa, exaustos!
Mas engane-se quem ache que acabou por aqui. Há um cem número de sacos por arrumar, e espaço de arrumação por criar. Porque afinal, e mais uma vez, foi um exagero de prendas e brinquedos que o Pai Natal distribuiu por aqui. O resultado foram dois sacos de brinquedos a sair, para que os novos pudessem encontrar um lugar atabalhoado, no meio de outros tantos, numa casa que não estica e já nasceu demasiado pequena.
Enfim, o fim de semana passa-se mais calmo mas em grande actividade com almoços e eventos sociais. Domingo chega ao fim com o culminar de todas as birras, de pequenos e graúdos, porque todos precisam de ir trabalhar. Já não se aguenta o cansaço das férias!
E assim foi o Natal, que já perdeu alguma da sua magia, mas que tem um brilho especial nos olhos dos nossos filhos e que faz querer reviver tudo outra e outra vez!