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terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Óbidos Vila Natal

Este sábado fomos à Óbidos Vila Natal. Eu sei que podia simplesmente não comentar, mas senti-me um bocado ofendida, por isso faço questão de dar publicamente a minha opinião.
Foi de longe o dinheiro mais mal gasto do ano, ainda por cima não é assim tão pouco... Detestei! Vou enumerar as várias razões:
1- a entrada no recinto fez-me sentir que tinha comprado o bilhete errado. Afinal o dinheiro gasto nada dava para nada. Entre meia dúzia de actividades pagas à parte e um sem número de barraquinhas a vender comida e mais comida, fiquei um pouco perdida sobre o propósito da aquisição do bilhete...
2- mas afinal aquilo não é uma feira de natal? Onde ficou o espírito natalício? Dizem que o tema deste ano é o circo. Pois eu achei que nem uma coisa nem outra. Carecia de qualquer tipo de espírito, excepto o comercial. E posso exemplificar: não havia uma única árvore de Natal, ou elementos alusivos ao Natal. A excepção é o acampamento do pai natal. Um espaço pequeno supostamente reservado ao pai Natal, mas em que puseram o desgraçado num pré fabricado virado contra a parede, para o qual temos que esperar largas dezenas de minutos... Pertencente a este acampamento ainda existe um trenó vazio e meio escondido, e uma jaula com palha, onde os meninos se podem divertir (?!) lá dentro, com um interesse bastante discutível.
3- em relação ao circo, o ponto alto são mesmo os placares com imagens antigas de circo, onde podemos meter a carinha e tirar fotos para a posteridade. As crianças também têm direito, pois fizeram uma jaula (outra...) com placares mais pequenos alusivos aos animais do circo.

O que estava à espera? Bem, sendo uma feira de Natal queria ver o Natal, quente e mágico! Religioso ou não! Queria os duendes, as prendinhas, as renas, a neve, o verde, dourado e vermelho. Tudo cosy! Aqui entre nós, o Pai Natal do Alegro é bem mais simpático, disponível, rápido e barato. A árvore e casa do pai Natal do Colombro fazem as maravilhas esperadas da época, para miúdos e graúdos. Mas para um presépio de se tirar o chapéu, vale uma visita às Amoreiras. É triste (ou não) mas a verdade é que os grandes centros comerciais dão cartas (ou baralhos inteiros) nesta encenação de Natal. Agora a próxima paragem vai ser no Terreiro do Paço/praça do município porque prometi à M que iria procurar um comboio de Natal mais barato que o da dita feira...

Varicela in the house

Era expectável! Na sala da C a assiduidade desceu para metade, ou mesmo menos. Na 6ª foi a vez da minha princesa. Ao dar o beijinho de boa noite dei de caras com a dita, a inconfundível borbulha de água. Confesso que, apesar de não ser exactamente a melhor altura (sim, eu sei. Nunca é, mas podia ter calhado nas férias de Natal...) eu até fiquei contente. Depois do stress que foi com a M, tinha a C 15 dias, eu já tinha pensado que a próxima amiga com um filho com varicela era razão para uma visitinha nossa...
Enviei logo e-mail ao pediatra para confirmar a medicação. Na ausência de resposta, pus mãos à obra: zovirax e caladril, banhos de maesena e benuron para a febre, pansoral para a boca para a ajudar a pegar na chucha, senão ninguém dorme. Passados uns dias chegou a confirmação: manter zovirax por 5 dias (a), aumentar a dose de zyrtec, trocar caladril por citelium, manter a maesena (ou pó de talco) porque afinal era assim que se tratava da varicela no século passado, e de facto ajuda bastante!
E lá anda ela, fresca e fofa, cheia de energia como sempre, só que vestida de pintas, a espalhar varicela pela comunidade :)

(a) Nem todos os pediatras recomendam zovirax, ou pelo menos, não em todos os casos. Sendo considerada uma doença benigna, há quem considere que não há necessidade de medicar. Mas basicamente, o zovirax actua no vírus da varicela (variante do vírus da herpes), ajudando a diminuir a "carga" e duração da doença.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Medico: uma constipaçãozita?

Ontem fui ao médico porque ando há dias com o nariz entupido e dores de cabeça. Afinal, o que eu pensava ser uma coisa sem importância, originou uma receita bem gordinha e bem aviada. No meio das palavras do médico consegui distinguir uma conjunto de ites, como sinusite e bronquite. Mas bolas! Nunca julguei que estivesse tão mal....

domingo, 29 de novembro de 2015

tchiiii.... Tese!

São três e meia da manhã, e acabei de acabar a minha tese... Se é que se pode chamar àquilo de acabada, ou tese. Estou em depressão de final de tese, típico! Amanhã acordo com as galinhas e imprimo. Tenho que entregar ainda de manhã.
Quando me recompôr venho contar as novidades, são muitas!!!

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Auto castigo!

A M quis levar uns collants para a escola. De regresso a casa quis tirar o vestido no carro. Quando chegou a casa reparei que tinha as collants rotas! Umas collants boas que foram caríssimas (daquela marca espanhola super conhecida, óptima e que não faz borbotos). Bem, zanguei-me! Disse que estava triste porque os collants estavam estragados e que tinham de ir para o lixo. E que ela também devia estar porque não poderia voltar a vesti-los. Apesar de me ter zangado, não fiz cenas. Não gritei, e falei calmamente. E eis que a M se senta no chão e diz "agora vou ficar aqui um caínho". Nem percebi o que ela quis dizer com aquilo. Só passado uns dois minutos em que ela se vira para mim, ainda sentada no mesmo sítio e pergunta "mamã, já pode sair do castigo?"
Tive que me rir! Eu nunca a ponho de castigo, é mesmo muito muito raro! De onde é que ela foi buscar aquilo?  Mas achei super fofo! Depois falei com ela e expliquei-lhe que eu não a tinha posto de castigo, e que ela só tinha que ter cuidado da próxima vez para não rasgar as collants, etc!
 Que grande sentido de auto justiça :)

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Programa de fim de semana: visitar a luz

Vou partilhar um programa familiar que fiz Domingo passado e que achei super agradável.
A seguir à missa, rumei a Belém com as meninas. Estava um sol espetacular. Vimos os barquinhos (os pais e os filhos, como lhes chamámos) e depois fomos visitar o Museu da Electricidade. Adaptámos a visita à capacidade de concentração e entendimento delas: explicámos que era a fábrica da luz, que vinha água fria aquecer as pedras pretas numa panela muito muito grande. Quando a água aquecia fazia luz. Eu sei que falta um bocado da história, mas tivemos que encurtar... Elas gostaram! No final da exposição ainda há um conjunto de actividades para crianças (e graúdos) que elas adoraram. Mesmo sem entender o que são ou o que fazem, gostaram de experimentar todas, de ver a luz acender ou o comboio a andar. Foi um final de manhã diferente, mas muito interessante. E ainda para mais barato! Ou mesmo grátis, uma vez que a entrada no museu é gratuita. Por isso se não sabem o que fazer no próximo fim de semana, esta pode ser uma opção engraçada!

Amor de irmãs

Sempre que chegamos a casa inicia-se uma sucessão de gritos, choros, queixinhas e afins. São as minhas filhas a brincar... Ou melhor, a guerrear brinquedos. Passam a vida nisto. Só param para fazer disparates em conjunto (esta é facilmente identificável porque deixam de fazer um piu sequer), ou para correr atrás uma da outra a rir que nem desvairadas. Acho que são "irmãs normais"!
Mas esta semana a C esteve com febre e tive que ficar com ela em casa. Foi um dia sem ir a escola, um dia sem a irmã. Ao final da tarde, quando a M chegou a casa a reação das duas foi indescritível! A  C começou aos saltinhos, gritinhos, risinhos e palminhas! Mal a M entrou a C agarrou-se à irmã e ficaram assim abraçadas uma à outra por um bom bocado. O meu coração explodiu! Tãooooo fofas! A cena ainda se repetiu algumas vezes durante o serão. Afinal elas adoram-se! E eu ainda as adoro mais :)