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domingo, 12 de julho de 2015

Ataque aos Mouros!

Desmarcaram-me um compromisso que tinha para a tarde de hoje mesmo em cima da hora. E foi bem bom, a cereja no topo do bolo! Esperei que as princesas acordassem dos seus sonos de beleza e partimos à descoberta.
Fomos até Sintra. Estava com esta fisgada desde de manhã. O marido queria ir à festa do pão de Mafra, teria sido um excelente... Plano B! Consegui demovelo a tempo.
Chegada a Sintra onde é que havemos de ir? Diz a M com convicção "quelir ao castelho". Ok, está decidido então!
E que bela opção, que belo fim de tarde. O Castelo dos Mouros foi renovado recentemente ao nível das infra-estruturas, está muito agradável. O senão é o frio/vento que por ali abunda, e o preço dos bilhetes (parece-me claramente acima da capacidade média de uma família portuguesa).
As miúdas adoraram! A C só ria e queria correr e trepar tudo. E a M esteve à altura! Fez o caminho quase todo a pé, subiu e desceu escadas, sempre impecável e contente por estar a visitar o seu primeiro "castelho".
Fiquei agradavelmente surpreendida por perceber que não tarda e as minhas gordinhas já estão prontas para serem turistas!
E fica a dica para um programa em família!

Nota: Para que fique registado, voltámos a "cenas" do desfralde. A M queria deixar o seu xixi no "castelho". Fomos à sanita. Mas não, a M já não vai à sanita... Desde que visitámos uma sanita do tio Belmiro que nunca mais quis ir a nenhuma sanita pública. É que as sanitas no dito senhor têm uma particularidade cheia de benefícios, tantos quanto terrores para crianças de 2 anos... As sanitas descarregam o autoclismo sozinhas. Nós apelidamo-las de sanitas tontas, mas já não fomos a tempo! Todas as sanitas da rua são potenciais sanitas tontas e por isso motivo de grande angústia e terror. Assim, tivemos que regar as plantinhas outra vez... Peço desculpa aos restantes visitantes do castelo, mas talvez as plantinhas agradeçam :)

sexta-feira, 10 de julho de 2015

Saldos

Eu adoro os saldos!
O meu tempo útil para ir aos saldos (às compras em geral) é muito reduzido. Com duas crianças pequenas, andar nas compras não constituiu uma actividade nada aprazível! Sem elas, o dever laboral não inclui sacos com roupa... Assim as minhas oportunidades ficam reduzidas a escapadelas.
Exactamente por serem escapadelas obrigam a uma tremenda eficiência.
Os saldos vêm normalmente associados a preços mais simpáticos, mas também a enchentes de gente, roupas desordenadas e amontoadas, números em falta (que inexplicavelmente coincidem com os meus...). A confusão que gerada, desafiante e entusiasmante para alguns, significa para mim um pequeno tormento desmotivador. Fico tão farta do cenário que a vontade de andar às compras se desvanece! Se a ideia era poupar, eu fico garantidamente a ganhar, porque venho para casa de mãos a abanar.
Bem, mas pior ainda, quando o impulso consumista é maior, acabo por me refugiar nas zonas das lojas mais sossegadas, arrumadas e apelativas. Onde os empregados estão mais sorridentes. Pena é que normalmente essas zonas sejam acompanhadas por plaquinhas a dizer "sem promoção" ou "nova coleção".
Analisando pelo lado positivo: sou das primeiras a comprar nas novas colecções! Toma :P

segunda-feira, 6 de julho de 2015

A C dá uma lição à mãe

Um dia desta semana, fui buscar a M e fiquei sozinha com ela. Perguntei-lhe onde queria ir até serem horas de ir para casa. Ela disse que queria ir à loja. Fomos. Chegou lá e quis experimentar montes de roupa. No final gostou de umas cuecas de praia, tipo fato de banho. Viemos embora. 
Fiz contas e achei que lhas podia comprar. Embora não fosse exactamente algo que ela precise, estavam a 50% e achei que ela merecia a prenda. Fui buscá-las no dia seguinte. 
Ontem disse que tinha uma prenda para ela. Dei-lhe o saco e ela ficou delirante. 
Nisto, a C (recordo que tem 1 ano) que estava sentada no sofá, salta de lá e vai pegar no saco que a irmã já tinha deixado para trás. Foi olhar lá para dentro em busca de algo para ela. Dói o coração só de voltar a recordar a cara de desânimo. A mãe não tinha nada para ela. 
Tratei de ir buscar uma fita que se tinha estragado e que eu acabado de coser. Pus no saco e dei-lhe. "É a tua prenda C!"
Que sorriso que ela fez! Pôs a fita e já não a tirou o resto do dia.

Que grande lição que a minha filha me deu. Dá que pensar!

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Fomos atacados...

... Por PIOLHOS!!!
Eu sabia que isto haveria de acontecer. Todas as crianças têm, não é? Pelo menos uma vez na vida... Mas já? Connosco? Agora?? Porquê???

Ontem fui buscar a C à escolinha. Vim para casa. Dei-lhe banho. Quando a estava a secar vi um bichinho na cabeça. Parecia um mosquitinho. Tirei-o com um papel e tentei esborrachá-lo. Tentei uma, e outra vez. Nem à terceira lá foi. Mas que raio de bicho é este que não morre?? Só quando finalmente o consegui liquidar e vi uma pontinha de sangue a sair é que caí em mim: um piolho??? Mas o que é que está a fazer um PIOLHO na cabeça da minha bebé??? Mas se há piolhos, há lêndias, certo? E estavam... Estavam lá as sacanas das lêndias!

Bem, agora o importante é não entrar em pânico, não é? Mas O QUE É QUE EU FAÇO?!! BAHHH!!!
Pronto, já me acalmei. Em tempos comprei um champô porque ao longo do ano vou recebendo e lendo atentamente os emails "informativos" da escola. Fui procurá-lo. Estava fora de prazo... Mas o pente ainda dá para usar. Começo a tentar catar frenéticamente a minha filha. Mas ela é um bebé! Tem 14 meses. Quantos bebés é que conhecem que se deixam ficar sossegadinhos por horas, enquanto lhes puxamos e remexemos os cabelo? Nem por minutos, quanto mais...
Pedi reforços! Entretanto chega a M. Não a deixo entrar em casa sem lhe ver o cabelo. Aparentemente está limpa. Pelo menos por enquanto...

Que noite! Foram três pessoas diferentes a ver-lhe o cabelo. Só descansamos quando todas acharam que estava limpa. Como a distraímos? Não foi fácil. Entre Panda, Heidi, livros e bonecas, telemóveis e comida! Tivemos que a sentar na cadeira da pápa, ou no trocador.

Mas o pior de tudo, é que não espero melhor sorte para hoje! Claro que avisei na escolinha, com ar de "não gostei nada disto que aconteceu. Por isso vejam lá quem foi e toca a bani-la!"
Wish me luck!

PS: Se alguém tiver alguma sugestão sobre como posso resolver este probleminha, agradece-se!

terça-feira, 30 de junho de 2015

Para sempre Mãe - carta de uma filha

Recebi um email de uma mãe que me fez chorar!
Apesar de "todos os problemas que tenho para resolver, os compromissos a que tenho que responder, as urgências inadiáveis que se eu não me desdobrar para resolver farão desabar o mundo", afinal eles podem esperar mais 15 minutos porque sinto que preciso de falar sobre isto!

A mãe que me escreveu sofre! Todas as mães sofrem, faz parte de ser mãe. Mas nem todas da mesma maneira. Esta mãe sofre porque acha que deixou de ser necessária. É tão grande esta mãe que no meio do seu desabafo deixa escapar que de certa forma também se sente feliz porque "o que é realmente importante, o que nos faz mesmo felizes é ver como as nossas pequeninas princesas cresceram e deixaram de precisar de nós!"

Mãe, todas as mães, um filho nunca deixa de precisar de uma mãe. Nunca! Eu não deixei de precisar da minha mãe! Aliás, confesso que agora, em muitas situações da minha vida, preciso mais da minha mãe do que alguma vez pensei! Um mãe é uma base. Uma mãe é um porto seguro. Uma mãe é uma eterna amiga, ou deveria ser.

Mas uma mãe também magoa. Ás vezes as mães dizem ou fazem coisas que nos magoam. Por serem as pessoas tão importantes que são, essa dor é ainda mais profunda.

O mais engraçado é que talvez algumas das acções que nos magoam podem estar relacionadas com este sentimento de que "já não são importantes". Que já há quem as substitua e por isso elas se resignam a "passamos a ser meras espectadoras da vida das nossas filhas e, de preferência, espectadoras silenciosas que não se devem meter ou opinar sobre o que nada têm a ver, ou cujas opiniões não contam para nada". Como estão enganadas estas mães!
Por muitos substitutos que possam existir, ninguém, mas ninguém mesmo, substitui a nossa mãe! Contentamo-nos e procuramos outras pessoas que possam lá estar, porque afinal, "onde está a nossa mãe?". Mas no fundo, quem nós gostariamos de ter ali, de sofrer e viver as nossas emoções, era a nossa mãe.

É a ela que gostariamos de ligar quando nos sentimos aflitas, é a ela que gostariamos de contar as graças tontas dos nossos filhos, é a ela que gostariamos de pedir ajuda quando precisamos. Mas nem sempre é possível. Às vezes as mães põem-se à parte de tudo, ficam distantes, não conseguimos lá chegar. Talvez elas achem que perguntar ou opinar seja intrometer. Outros acharão que é demostrar interesse, amor, compaixão. E talvez nem sempre recebamos delas a reação que esperavamos, ou simplesmente desejávamos, perante determinado desabafo. Os filhos crescem, mas às vezes, mesmo que secretamente, gostavam de voltar ao colo das suas mães. Onde tudo é seguro, onde tudo se resolve.

Que falta que faz uma mãe! Eu não imagino a minha vida sem a minha! Mesmo e apesar de todas as suas particulariedades e mau feitio. Ninguém é perfeito. Nem filhos, nem mães. Tomara que a minha estivesse mais aqui. Gostava de poder conversar mais com ela. Discutir todas as minhas duvidas. Falar-lhe das minhas conquistas! Das novas teorias que agora existem! Qual seria a opinião dela? Ela tem tanta coisa para me ensinar. Às vezes é tão duro ter que descobrir sozinha!

Mas sei que não é possível. Sei que ela tem outras prioridades agora. Às vezes dói, mas deve fazer parte do crescimento. Se há coisa que a minha mãe sempre me ensinou é que devemos ir á luta, sempre! Tornarmo-nos sempre mais fortes e defender as nossas crias, tal como ela outrora fez connosco.

Para a minha mãe eu poderia dizer: "És um exemplo para mim, todos os dias, dia após dia. Tenho saudades tuas". Não acredito que alguma filha sinta o contrário! Pelo menos as que conheço.

Por isso é urgente falar! Todas as relações carecem de comunicação! Mães, não se isolem, não se afastem, não desistam! Falem! Se calhar é só isso que está a faltar! Porque mãe é só uma, e nunca vai ser substituível!

Locais para festas de aniversários em Lisboa (e arredores)

Há sensivelmente dois anos e meio que conheci uma nova problemática na minha vida: as festas de anos (sejam anos, batizados...). Todos os meios anos ando louca à procura de sítios para fazer festas em Lisboa. Apesar de "aparentemente" haver imensos, na verdade, quando procuro especificamente (significa com todas as condicionantes que tenho) acabo apenas com uma pequena lista.
Tendo ainda bebés, tudo o que são sítios que oferecem festas à cabeça não serve! Isto significa aqueles sítios onde se paga por criança. O que acontece é que a maioria desses locais foca as festas para um grupo etário, mas no nosso caso convidamos essencialmente os nossos amigos e familiares que têm filhos de várias idades, com interesses diferentes, daí que a solução tenha que ser bastante abrangente.
Bem, até aqui o que tenho procurado são espaços, tipo salas, que se possam alugar por um x número de horas. Este x tem que ser bastante alargado porque detesto ter que dizer aos meus amigos que a partir das 17h30 têm que me ajudar a arrumar tudo e ir embora senão vão me cobrar mais uma nota preta! E isto já para não falar no tempo inicial que demora a preparar a festa e a montar a mesa, etc. É sempre um stress e é rara a festa em que os convidados não acabam a meter salgadinhos nos pratos ou a pendurar os balões. Enfim, faz parte e assumo a falta de profissionalismo na coisa...
Existem alguns espaços que incluem catering, decoração e animação. Acredito que possa ser muito útil, mas para quem tem os tostões contados, estes "acrescentos" tornam-se inviáveis. Para juntar a este argumento de peso, a M tem alergias alimentares e eu também gosto de fazer, diga-se a verdade. Portanto, o espaço tem que ser em Lisboa, ou arredores, tem que ser "em conta", não pode receber à criança, e tem que permitir que eu leve o lanche e afins.
Da minha consulta resultou a lista que vos coloco em baixo. Há mais, eu sei, mas estes foram os sítios que consultei. Se souberem de mais por favor informem-se para completar a lista!
Mas antes tenho ainda que realçar uma coisa: no verão tudo se torna mais fácil! Existem parques públicos onde rapidamente se podem improvisar espaços de festas giríssimos (e muito em conta)! Por isso quem possa, aproveite :) Só tem que saber que em muitos deles, a concorrência é grande. Não fique surpreeendido se chegar às 15h e não houver espaço livre. Se quer garantir lugar para a festa é provável que tenha que convencer alguém a ir para lá bem cedo "guardar o lugar". Boa sorte!

Ao ar livre (alguns exemplos):
 - Parque do Alvito
 - Espaço Monsanto
 - Parque da Serafina (também conhecido como Parque dos Índios)
 - Jardim da Estrela
 - Parque dos Moinhos
 - Parque das Nações
 - Parque da Paz (Almada)
 - Parque de Campismo de Lisboa
 - Parque Marechal Carmona (Cascais)
 - Parque Quinta da Alagoa (Carcavelos - este parque tem possibilidade de fazer festas indoor, caritas...)

Espaços fechados (ou semi-fechados):
 - Espaço Rodaviva (Praia Grande ou Lisboa)
 - Espaço (ginásio) - Campo de Ourique
 - Hubi Park - Mem Martins
 - Ginásio Clube Português
 - Quinta do Sobralinho (Loures)
 - Seminário Torre d'Aguilha (São Domingos de Rama)
 - Palácio dos Aciprestes - Oeiras
 - kidsatschool - Porto Salvo
 - Aqui há festa - Lisboa (tenho feito aqui e gosto bastante. Dá para alugar o espaço ou fazer por criança com monitores)
 - Colegio Moinho do Sonho - Amadora (espaço giro, faz aluguer de espaço)
 - To be Kid - Telheiras (gostei, mas não tem espaço exterior. Faz aluguer de espaço)
 - Há festa - Lisboa (tem um novo espaço em Caselas, porreiro, mas cheirava um bocadinho a mofo...)
 - Marina do Parque das Nações
 - Garagem - Benfica
 - Colégio Alegria - Campo de Ourique
 - Academia Inatel - Lisboa
 - Espaço MKL - Lisboa
 - Caldeira Encantada - Miraflores
 - Quinta Pedagogica da Granja
 - Dias de Festa - Alvalade
 - A Casinha das Manas - Carcavelos
 - Pimbalalão - Setúbal
 - Petit Cabanon - Parque das Nações
 - Cantinho do Pinheiro - Alcabideche
 - Quinta Pedagógica de Loures
 - Quinta da Ponte - Cascais
 - Fabrica do braço de Prata
- Espassus - Carnide
 - Burros do Magoito
 - Escola Vasco da Gama
 - Éaquirestelo
 - Parque Municipal de Montachique
 - Trakinolandia - Loures

Também gostei da Princelandia, mas fica para futuro :)


segunda-feira, 29 de junho de 2015

Novidades fresquinhas! (difícil com este calorão)

Vocês queriam saber, não era? Por isso vieram cá ver. Mas eu conto :)

Então na passada 6ª feira cumpri com o primeiro objectivo para a resolução da minha situação. Lembram-se do post do Luto? Pois bem, tenho passado semanas e semanas complicadas! Mas deixando a parte chata e desagradável da questão, venho informar que entreguei a minha tese. Não é com certeza a melhor tese do mundo, nem tão pouco a melhor que conseguiria fazer, mas as circunstâncias ditam as regras, e para bom entendedor, meia palavra basta!
Fica assim dado o primeiro passo, que enche este coração de esperança para que as coisas se resolvam por bem. Nada é conclusivo ou garantia neste momento, mas a não entrega, claramente, que seria...