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terça-feira, 25 de julho de 2017

Vamos a contas: 6 anos

Ora, 6 anos, 3 filhos, 1 doutoramento (de cada), 3 casas, (quase) 3 carros, o mesmo gato, montes de cabelos brancos e rugas acabadas de chegar... muita gritaria, discussões, vontade de arrancar olhos e socar estômagos.
Mas também há coisas boas! 6 anos de muitos sorrisos, muitas gargalhadas, muitos beijinhos e muito amor!
Uma coisa é certa: ao longo destes anos houve muito muito jogo de cintura! E foi assim que ontem, exactamente no dia em que comemorámos os nossos 6 anos de casados, nos pusemos à prova mais uma vez!
Todos os anos tentamos fazer um programa em família inesquecível! Este ano, pela contenção de despesas, por andarmos a roçar a ilegalidade de assentos infantis dentro do carro e pela presença do Sr júnior, decidimos fazer um programa mais light: iniciar a praia em familia 2017, almoçar fora em qualquer sítio eficiente, e próprio a crianças em transe (sem ser McDonalds), andar de carro o tempo suficiente para dormirem qualquer coisa, voltar para Lx antes do resto do mundo e eventualmente terminar com um programinha cultural ou lanche. Perfeito! 👌
 Só que não... não fossemos nós a família que somos 🙄 Então foi assim:
Depois de uma maratona heróica que nos permitiu sair de casa cerca de 2h30 depois de termos acordado, rumámos ao sol da Costa com uma enorme esperança de não ficarmos parados nas filas loucas ou de termos que deixar o carro a kms do passadiço. Estranhamente nenhuma das duas coisas aconteceu e cheguei a pensar por momentos que os astros se tinham alinhado para que tudo corresse bem. Todo o carro respirava harmonia ao som das músicas infantis mais pedidas.
Estávamos tão zen que nem esmorecemos quando chegámos à praia e percebemos que dificilmente conseguiríamos manter as toalhas intactas no chão. Fingimos nem ligar à temperatura da água que nos congelava o cérebro ao molharmos os pés, nem tão pouco aos kilos de areia que tentávamos não comer tal aventania que se fazia sentir. Talvez o primeiro momento em que senti tremores no sobrolho foi quando, apesar dos meus esforços para manter o Manel intacto, vi alguém (uma delas mas ninguém se acusou) despejar um balde de areia mesmo na direção do bebé. Posso dizer-vos que ainda ando a encontrar areias nas orelhas do desgraçado...
Esforçando o sorriso "família alegre" mantivemo-nos até que as pás deixaram de ser divertidas. Nessa altura pusemos fim àquele momento e rumámos ao próximo passo: comer. Não tínhamos pensado em nada, mas com medo que nos desse a fraqueza que nos empurraria para o Mac de Corroios decidi que tentaríamos qualquer restaurante no centro da Costa (até porque demorar mais poderia pôr em causa as condições de exequibilidade). Foi este o momento em que os astros foram também almoçar... Com receio de não encontrarmos lugar em lado nenhum, estacionámos no primeiro sítio que encontrámos. Rapidamente ficámos a saber que este distava cerca de km e meio do restaurante... Não esmorecemos mas chegámos rotos, já com alguns tiques nervosos, mas ainda de sorriso nos lábios: íamos almoçar num restaurante normal! Só que entre a agitação inicial da chegada, dos xixis e da escolha do menu, a pressão fez com que optámos provavelmente por uma das piores opções: arroz de marisco (à seria!). Não vos vou maçar aos pormenores, mas hoje sabemos que pernas de santolas, martelos, lagosta, e afins, juntamente com 3! crianças em hora de sesta dá uma indigestão do caraças. Já os senhores do restaurante agradeceram o chão limpinho limpinho pelas roupas das nossas filhas. Ok! Assim que conseguimos zarpámos dali para fora rapidinho antes que se iniciasse a 5ª birra da tarde intitulada "eu não quero ir para o carro" (antes houve a "eu não quero ir fazer xixi", "eu quero mais sumo", "eu quero sobremesa", "eu não quero estar mais na mesa"). Mas... ainda faltava o tal km e meio (lembram-se?), então pusemos os putos às costas (bendito babywearing) e toca a bufar até ao carro... O resto foi rápido! De bofos de fora, enfiámos toda a malta nas cadeiras (ignorando protestos...) e iniciámos a 3ª parte do plano: andar sem rumo para as crianças dormirem. Ah!!! Que bom... Momento do casal em que não há barulho e metemos a conversa em dia. Só faltou um pequeno pormenor: o Manel não comeu arroz, e com toda a agitação e precipitação não me lembrei que ele pudesse estar prestes a ter fome. Ou seja, fomos agradavelmente presenteados com uma gritaria medonha até conseguirmos sair da auto-estrada e encontrar um lugarzinho para parar o carro e dar de mamar. Mas já foi tarde, tarde demais, porque as restantes habitantes do cubículo foram terrivelmente acordadas do seu sono reparador, 30 minutos depois de o terem iniciado... mau! Muito mau! Foi o início de todo um momento mau... o Manel decidiu que ficaria mal disposto na hora e meia que se seguiu, as meninas decidiram que iriam fazer birras porque tinham fome, ou sono, ou tudo junto, o marido que decidiu voltar para trás no caminho e enfiar-se na (agora) gigante fila da A2 para a ponte, e estava "a barraca montada"... Tivemos que parar N vezes (na berma), ao ponto de chegarmos a ser escoltados pela brisa, que esteve pacientemente à espera que o Manel mamasse pela 183633 vez, enquanto a C chorava pela sua mochila, e a M insistiria que queria irá para a rua (auto-estrada portanto!) para comprarmos alguma coisa para ela comer. Estão a ver os filmes de terror? Pois, foi mais ou menos isso! Tudo me passou pela cabeça... até que rosnei: "não dá para ir de barco???" E não é que dava mesmo?! Em 30 minutos iria sair da Trafaria o ultimo barco que transporta carros para Lisboa. 30 minutos era o que tínhamos! Escusado será dizer que nem pensámos duas vezes. Prego a fundo rumo à Trafaria. Até transpirei... mas quando chegámos: "o barco está atrasado. Só daqui a 1h". Que se lixe! Depois do que já tínhamos passado era mil vezes preferível esperar e fazer um lanche forçado de gelados. Depois foi só inventar macacadas para distrair e entreter as miúdas durante a espera e garantir que não se mandavam borda fora no barco... Mesmo assim, passado o entusiasmo inicial, as birras foram tão grandes que acabámos exilados no carro a discutir uns com os outros.

Sinceramente foi um dia intenso, diria até inesquecívelmente intenso!, e quando os vi na cama, quando ME vi na cama, julguei que era mentira... mas no fundo acho que acabou por figurar bem O casamento em si, e no fim o que interessa é que com mais ou menos moça, tudo acabou bem ❤️

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Back from Everland

De regresso à dura realidade aqui venho eu para contar esta aventura que foi o nosso fim de semana. Peço desculpa por não ter feito o diário prometido, mas infelizmente (ou felizmente) o sítio onde estivemos não tinha internet. Mal tinha rede, a bem dizer...
Mas pronto! A viagem começou menos bem, com a M a vomitar no carro, muito branca... tivemos que fazer uma paragem forçada na farmácia onde mendigámos sacos de enjoo e outras coisas que atenuassem e nos permitissem chegar ao destino. Mas o destino adivinhava-se longe... para além dos assustadores 45º que o carro marcava, a certa altura as paragens fizeram-se em qualquer sítio e distavam entre si cerca de 25km! Não entendo bem isto! Um bebe tem a capacidade de berrar de uma forma inexplicável que nos atinge directamente o centro do cérebro, para no momento em que lhe pegamos, meio atrapalhados na berma de uma estrada qualquer, cessar o choro de forma imediata e ainda agir como se nada se passasse... Também não entendo a capacidade dos homens de deixarem escapar pensamentos só seus, em momentos de stress. Sim, porque no meio desta "comedia" de viagem o meu marido conseguiu pronunciar sem qualquer aviso prévio: "eu sou um urso e tu és o meu mel". WHaT?? Valeu a chuva torrencial que caiu no momento a seguir, que distraiu as gargalhadas épicas!
Enfim, ao fim de 2h30 lá conseguimos chegar ao destino (a distância percorre-se em 1h..), para além dos longos minutos a percorrer caminhos de cabras em terra batida que nos afastaram totalmente de qualquer marca de vida citadina.
Apesar do avançar da hora, os graus persistiram em não descer. 42 graus de temperatura, e trovoadas secas (infelizmente tão famosas nos dias que vivemos). À chegada fomos simpaticamente recebidos, mas caiu-me tudo quando ao sair do carro comentei "bem, isto só se está bem no ar condicionado" e a moça atrapalhada diz "Ah pois... mas não temos!". Pára tudo!!! Estamos em pleno Alentejo, no meio de um monte isolado, e encaldeirado, e vamos ter que sobreviver sem ar condicionado?? Juro que pensei em voltar para casa, mas a lembrança da viagem fez-me engolir em seco e ficar...
Aproveitámos os ventos quentes que surgiram para ir conhecer o monte. Lindo lindo!! Muito bem cuidado, cheio de pormenores que enchem os olhos de pequenos e graúdos, que convidam ao descanso e brincadeiras sem fim. As meninas andavam super felizes, de tal forma que (quase) não se deu conta das sestas não dormidas... O jantar foi preparado e servido na casa, em jeito de grande jantar em família, seguido por uma sessão de cinema infantil ao ar livre, com a motivação subliminar de entreter a criançada enquanto os pais relaxam um pouco. Bem, a noite é que foi um bocado difícil porque entre excitação e calor infernal, os ânimos andaram exaltados!
Ao segundo dia, acordou-se já a destilar. Ainda se tentou um passeio pela quintinha pedagógica, mas foi praticamente impossível torná-la aliciante o suficiente... desistimos e rendemo-nos à piscina! De facto era o único sítio onde se estava minimamente confortável. Aí e onde passámos o final da tarde, já que aproveitámos a proximidade para matar saudades de bons amigos (bem, só um à parte para dizer que comi a melhor carne à Alentejana da minha vida!!! Até babo só de lembrar...).
Na 2ª ainda tínhamos esperança que o tempo desse tréguas. Isto porque era nossa intenção levar as meninas ao Badoca, mas os termómetros já iam lançados logo pela manhã, pelo que nos rendemos mais uma vez à nossa insignificância e passámos a manhã toda na piscina.
No fim de contas, foi um fim de semana porreiro! Não chegou à perfeição pelo calor, falta de internet (e para não mentir, falta de alguns componentes importantes na nossa alimentação) e de sestas eficientes. Também me foi particularmente desconfortável cohabitar (e ser picada) por um sem número de espécies rastejantes e viajantes que nunca tinha conhecido na vida... Mas ainda assim, elas (e nós) andavam mega satisfeitas, a brincar em todo o lado, num espaço lindo e muito bem decorado.
Regressámos quentes, cansados e felizes! E "como tal", decidimos tomar das poucas decisões que poderiam piorar o nosso mood: ir à pediatra ter consulta de rotina com as meninas. Não me vou alongar. Foi horrível! Uma vergonha 😖 Desculpei o comportamento de tod@s com a viagem... o calor... a idade... a fase... a fome... Até ter saído com o rabo entre as pernas na esperança que a médica me voltasse a deixar marcar futuras consultas...

Já agora, o sítio para onde fomos chama-se A Terra do Sempre, em Grândola. Recomendo! Até porque depois do fim de semana, parece que a Barbara (dona) se decidiu a meter ar condicionado nos quartos...

quinta-feira, 15 de junho de 2017

Os Santinhos da casa

Ando a dar comigo bastante intrigada... será impressão minha ou isto por aqui anda mais gerível?
É que vendo agora as coisas, passámos o primeiro fim de semana "normal" desde a vinda do bebé Manel. Brincámos, saímos, tudo mais ou menos controlado, fizemos panquecas e bolinhos e até conseguimos ir à missa e fazer trabalhos para a escola! Claro que houve birras, maus comportamentos e gritaria q.b., mas as crianças ainda não cresceram pelo que se manteve tudo dentro do expectável. Na 2ª feira ainda fomos aos Santos (aka arraial mesmo ao pé de casa) com direito a bailarico e farturinha.
Qual o segredo? Bem, não sei. Apetece-me acreditar que o facto das meninas andarem febris à vez não teve qualquer influência...
Mas com tudo isto deu-me uma enorme vontade de passarmos ao próximo nível: passar uns dias fora num hotel! Sinto-me inspirada e optimista! É que nem o facto de 99% dos hotéis estarem atolados ou na loucura dos preços me desmoralizou! Já arranjei um sítio disposto a nos albergar e vai ter que correr bem!! (Caso contrário eu teria que admitir que foi um passo maior que a perna, assim tipo suicida, e isso iria custar-me mesmo muito 😒 )
Prometo manter-vos informados!

quinta-feira, 1 de junho de 2017

Ah e tal, vamos comemorar com as criancinhas 😱

Só para contextualizar: duas crianças que hoje (para não variar os últimos dias...) acordaram 1h mais cedo do que o desejado, sem que tivessem compensado com um adormecer antecipado... Seguido de um dia cheio de diversão e brincadeira (e ginastica) na escola.
E o que é que dois pais (senis), acompanhados de um bebe minúsculo, decidem fazer para comemorar o dia da criança?? Então, estes pais, em privação de sono, decidem ir buscar as crias à escola para passarem momentos bem passados na Feira do Livro. Entre estes momentos sonhados está aquela altura em que as pacatas crianças conseguem escolher dois livrinhos cada uma para levarem como prenda de forma ordeira. E isto, está claro!, sem qualquer tipo de birra, ou embirração, ou escolha estupida que leve os pais a uma loucura discreta (não vá dar nas vistas algum tipo de dúvida a emergir de que o seu plano possa afinal não ser divinamente genial)...
Mas acham que isto fica por aqui? Que estes pais percebem entretanto que apesar de terem superado a prova, é melhor bater em retirada? Oh não!! Para isso era preciso alguma consciência do perigo, e o estado zombie caracteriza-se por algum delay nas percepções (mesmo com duas pessoinhas atreladas a refilar continuamente com o que já andaram, com o facto de serem as únicas da feira sem um balão, e com bocejares frequentes).
Siga para bingo! Vamos jantar fora. Onde? E provavelmente pensam logo em algum McDonalds, Pizza Hut ou equivalente... Nah!! Isso é demasiado informal e apropriado para nós: os tais pais senis, duas crianças descabeladas, de uniforme, exaustas e birrentas, e um micro bebe a entrar na "hora das bruxas". Nós fomos a um daqueles restaurantes com montes de empregados para nós, com meia luz e velinhas, música ambiente e em que os restantes clientes (sem crianças) cumprem escrupulosamente os limites de ruído aceitáveis.
Podia terminar aqui, e deixar-vos a pensar no pior que podia ter acontecido... mas não. Como disse o marido quando estacionou à porta de casa "É pá, acho que sobrevivemos, por isso não deve ter corrido assim tão mal"! Pois, não deve ter corrido... e eu vou tentar esquecer, com muita força, vou tentar esquecer a C aos saltos na cadeira a comer com as mãos, a M debaixo da mesa, a C aos gritos pelo restaurante para me dar a notícia de que "fiz muito cocó, mae", a M a esbracejar ao empregado porque não queria comer mais (apesar dos meus esforços para que comesse), o MM que só saiu da mama para arrotar e sujar a fralda até à barriga (e ao mínimo sinal de choro eu enfiava-lhe logo a mama na boca de novo...), a C a tentar dar umas últimas garfadas na comida dela quando nós já a puxávamos por um braço para fugirmos dali para fora com vergonha, entre outras que tais... No meio disto, vanglorizo-me por ao 3º ter exímias capacidades de me alimentar (cortar e comer), alimentar a criação, e outras coisas fantásticas com apenas uma (ou mesmo nenhuma) mão disponível! E onde andou o marido? (Perguntam vocês!) Não sei bem porque mal o vi. Parece que esteve boa parte do jantar fechado no wc a limpar rabos e pipis, e que emborcou a comida em jeito "não respira", para fugirmos mais depressa dali!
De regresso a casa, respiro fundo e agradeço os cortinados nas janelas, a toalha de plástico na mesa e as quatro paredes que nos resguardam e escondem!
Para o ano há mais...

segunda-feira, 20 de março de 2017

Dia do Pai

Agora sobre o dia do pai. Nem sei bem por onde começar...
Na semana passada apercebi-me que o dia do pai estava mesmo atrás de mim e eu com as preocupações do Manel não tinha tratado de nada. Não é que eu seja do tipo de pessoa que ande a gastar dinheiro com prendas e outros de cariz puramente comercial, mas gosto sempre de marcar o dia com qualquer coisa. O meu programa preferido é o passeio, pic-nic por exemplo, ou uma refeição mais cuidada com direito a docinho preparado em conjunto com as filhotas. Também tenho por hábito fazer alguma prendinha simples com elas, na base do DIY. No entanto, dadas as circunstâncias actuais, não achei nenhuma destas possível.
O que me animava era o facto de termos uma sessão fotográfica marcada para ontem de manhã (há mais de 2 meses), o que aliava duas coisas: uma grande grande vontade minha de juntar toda a família, criando uma recordação em forma de homenagem merecida, e tornar o dia do Pai ainda mais especial e marcante.
Ainda assim, fiz um pedido de ajuda via facebook, na tentativa de conseguir alguma prendinha de última hora para dar ao papá. E há coisas maravilhosas! No final da noite de 4ª, quando eu já tinha perdido a esperança, fui contactada pela dona da loja "Original Store", que se deu ao trabalho de me ajudar e de estar comigo quase até à meia noite a trocar mensagens e ideias. Foi graças a ela que ontem pude dar uma prendinha mais "personalizada", não só ao marido, mas também a cada filhote (agora um deslize: voltei a errar o número do homem... tenho mesmo que decorar que ele veste o M...).
Mas, e há sempre um sacana de um MAS, no Sábado à noite quando fui levar a última injecção, decidi enviar uma sms à fotógrafa a perguntar se precisava de alguma dica para chegar cá a casa. Infelizmente não estava minimamente preparada para receber o que recebi em troca: "Lamento mas não vai dar. Se quiser marque para os próximos fins de semana". Fiquei para morrer, num desânimo que só visto... Bem sei que era apenas uma sessão fotográfica, mas depois do que temos passado, eu queria mesmo registar este momento. E não sei se "nos próximos fins de semana", continuarei grávida. Que grande decepção!
Então, ontem de manhã voltei ao facebook para expor o meu desalento e pedir ajuda (de novo!). E é incrível a força das mães juntas. Recebi dezenas de respostas, sugestões, referências, trabalhos espectaculares que dá vontade de experimentar TODOS!! Infelizmente não posso escolher todos, e dadas todas as condicionantes que tenho, fiz uma "short list" e pedi ao marido para escolher, tendo em conta que os horários difíceis são a secção dele. Escolha feita! Logo à tarde, se Deus quiser!!! Mas não vou contar já quem foi, vai ser surpresa!

Bem, mas voltando ao dia do Pai, apesar de tudo, correu muito bem. Foi totalmente caseiro, com direito a doce especial feito pelo próprio pai, com brincadeira, desenhos, visitas, birras, miminhos,  beijinhos e abracinhos, sessão de cinema e de dança, e pipocas (muitas!!! 😖) e tremoços (muitos!!! 🤢). No fundo um feliz dia em família, em bolha de amor, que define tão bem o pai (e mãe) que somos!

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

O crime que não compensou 😡

O dia começa com birra. É portanto uma manhã normal. Com jogos de cintura consigo aprontá-las para saírem com o pai a tempo de irem ao fim da missa. Regressam e o modo birra mantém-se. Entretanto já tenho tudo arrumado e almoço pronto (basicamente restos...). Almoçamos e seguem-se as birras da sesta. Faço um esforço e tento dar um jeito na cozinha para não descambar tudo loucamente. Percebo que as birras da sesta não cessam e subo para me deitar com a C. Fico a descansar com ela até que a minha vizinha decide que é uma óptima hora para ouvir "kuduro" (mas porque é que eu não fiz o isolamento lateral?!?!?!?). Percebo que não vai dar e desço com ela. Antecipo que o vai acontecer ao nível das birras e fico de mau humor por antecipação.
Nisto o marido tem que sair e fico com as duas. Tudo ok. Sobrevivemos a fazer pompons deitadas. O marido volta e elas correm para lanchar (resultado de "só comem quando o pai chegar"). Mas o fim de dia aproxima-se e elas transformam-se em pequenos gremlings com o entardecer. Sem sesta escalam ainda mais. Percebo claramente que não tenho hipótese de me aguentar serena e tranquila em repouso. Virei Cruela, e em jeito de desespero deixo escapar: "Marido, vamos dar uma volta de carro".
A ideia era excelente: elas adormeciam, era uma coisa rápida, eu recostava-me no banco e relaxava. O caminho foi escolhido a dedo para evitar trepidações e nisto aparece-me 3 palavrinhas na minha mente: queijadas de Sintra. "Vai até à Casa do Preto. Eu fico no carro e tu vais comprar". Pedi-lhe e ele concordou de imediato. Parámos o carro. Ninguém dormia porque estava tudo na expectativa do bolo... o marido sai do carro. Segundos depois o marido entra de novo no carro de mãos a abanar. "Esqueci-me da carteira em casa. Não tenho um tostão furado..."
(Agora um à parte: posso partir para a violência, não posso? Já seria considerado justa causa, não era???)
E  assim voltámos para casa, com birras ainda maiores... das 3!

PS: a história não acaba aqui. As meninas adormeceram assim que estacionámos à porta de casa. "E agora o que fazemos?", perguntou-me ele. "Agora vais buscar a porcaria da carteira e vais comprar-me uns natas, OUVISTE??" 😡😡😡😡

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Feriado em Família - o dia a seguir ao outro

Tenho que vos contar como foi o nosso feriado!
Acordar com as galinhas - check! Mantenho a minha profunda indignação para os acordares madrugadores em dias de descanso, em oposição aos acordares dificeis e rabugentos em todos os outros dias de trabalho...
Ter duas princesas como aconchego pela manhã - check!
Mas agora note-se: o pequeno almoço foi bastante calmo. O vestir recheado de cocegas e gargalhadas. O resto da manhã passada entre portas abertas, ar livre, triciclos e jogos de bola.
Almoço tranquilo. Dei a sopa às duas, à vez para não haver conflitos. O 2º teve tanto sucesso que cheguei a perguntar se elas estavam a comer ou se tinham adormecido (incluía puré). A seguir veio a sesta parcialmente acompanhada pelo papá. Um tempo para arrumações, uma desistência antecipada da sesta e os dois rumaram às compras. Pouco depois, desce a mais velha e ficamos as duas enroladinhas a ver um filme no sofá (há coisa melhor que isto?). Com a chegada do lanche, o pai decidiu organizar uma sessão de cinema em familia. Tirando a mais pequena que foi previsivelmente inconstante, ali estivemos todos, bem juntinhos e quentinhos a passar um bom momento em familia.
E pronto, o resto do dia passou-se sem grandes ondas e no fim, antes de ir dormir recebi um "Amo-te".

Com isto, posso concluir que há posts que valem mesmo a pena :)

PS: Engane-se quem achou que andei na "boa-vai-ela", fui uma espectadora cumpridora!

domingo, 14 de agosto de 2016

Plano Z, de zoo

Não podemos ir à praia? Nem conseguimos estar em casa? Então vamos ao zoo!
E lá fomos nós. Krazyworld, mais precisamente. Tendo em conta que as gaiatas iam com sono e que nem sequer dormiram a sesta, eu acho que correu muito bem! Tiveram direito a um pouco de tudo, cabrinhas (às quais puderam dar de comer), pôneis, pic-nic, visita aos animais exóticos, espectáculos e piscina. No final ainda foram aos insufláveis mas não correu muito bem devido (mais uma vez) a uma descoordenação (inexplicável) minha e do meu marido. Mas pronto, ninguém precisou de hospital por isso podia ter sido pior.
E a cereja no topo é que como compramos as fotos com as cobras e os cães ainda nos ofereceram os bilhetes para o próximo ano! Lá estaremos!!!

sábado, 9 de julho de 2016

Não entendo isto!

Ainda são "só" 9h30 da manhã e já tenho a cabeça a latejar... Sinceramente não entendo porque é que durante 5 longos dias, compreendidos entre 2a e 6a feira temos que ir acordar as crianças, que guerreiam e resmungam para mais 5 minutos na cama e aos fins de semana elas acordam frescas e fofas muito antes da hora!!! Não entendo! Estou acordada desde as 7h, a um Sábado... Ninguém merece! Mas o pior é que às 8h30 os bocejos, lamentos e birras já iam na ordem do dia. Porquê crianças? Porquê??? Podíamos ser todos tão mais felizes se tivessem dormido só mais um bocadinho!
Bem, vamos a caminho da praia, ou quase isso porque estamos parados no trânsito. Deve haver mais crianças como estas... Pode ser que se cansem bem e façam uma sesta maravilhosa para compensar (e deixar recuperar). Deve ser por isso que está tanta gente a ir para a praia a esta hora...

segunda-feira, 4 de julho de 2016

Eu fui ao Panda e sobrevivi!!!

... Mas não repito!
Bem que já tinha ouvido uns sussurros... "Aquilo não é flor que se assista", mas eu tinha que ver por mim. Fomos no Sábado de manhã. A bem dizer, era quase Sábado à tarde porque as miúdas acordaram pouco depois das 7h... Às 10h, ainda aquilo não tinha começado já estávamos em versão mega birraaaaas!
Finalmente saímos de casa, já tarde e a más horas. Mas não fez diferença nenhuma. Felizmente a fila medonha da A5 esperou por nós. Ao fim de 20 minutos de fila no mesmo lugar sugeri a marginal. Foi o melhor que fizemos. Em 10 minutos estávamos estacionados no meio das moitas a uns glorioso 10 minutos a pé do estádio (note-se que sempre a subir e com duas gaiatas às costas, o que equivale a sensivelmente 1km é meio...).
Chegámos! O recinto já estava todo preenchido por um sol esgotante e inúmeras criancinhas e pais num raio de mais de 100m ao largo do palco. Ficámos atrás. Apareceu o Panda, mas as miúdas mal lhe deram atenção. A M pediu para dar uma festinha... "Não pode ser, minha querida. Isto aqui é só para ver o Panda (ao longe) e dançar." Por mais tentativas minhas para captar a atenção delas, nada feito... Birras, bolachas, birras, água, mais creme e mais creme solar! Ok, já chega de torturar crianças! Vamos às barraquinhas. Mas qual quê! As tais barraquinhas têm filas tão grandes que se confundem com o pessoal do recinto. Ainda aguentámos uma, recebemos um sumo, mas mais importante que tudo, conseguimos um momento à sombra... Salvou-nos a piscina de bolas, ou várias, que fomos conseguindo apanhar.
O espectáculo terminou quase ao meio dia e meio. Sinceramente senti-me aliviada, não fosse o tal km e meio que ainda teria que percorrer... A M continuou triste. Ela queria mesmo ter dado uma festinha no Panda. Para a próxima vamos antes esperar o Ronaldo, que é mais fácil de lhe tocar. E para ver o Panda o melhor é ligar a tv que sempre vê melhor... A C manteve-se no transe birra. O marido perdeu o chapéu (caro!).
Fomos almoçar ao Mc. Só mesmo o Mc para suportar duas crianças no estado em que estavam as minhas. Correu bem tendo em conta o contexto. E melhor ainda, quando regressámos ao carro, em menos de 1 segundo já estava tudo ferrado a dormir!
Por isso amig@s, Panda agora só indoor, depois dos 18 anos...

Nota: a C ficou com uma insolação. Devia contactar a produção do espectáculo e pedir as custas médicas!

terça-feira, 14 de junho de 2016

Às cavalitas

Fim de semana grande, fim de semana dos Santos! Era para ter sido muita coisa, não foi! Mas no final acho que foi bom. Houve tempo para brincar, parquear, ir à praia, comer petiscos, fazer birra... Enfim, muita coisa!
No domingo, como manda a tradição, lá fomos ao arraial, o do costume em Campolide. Com os anos vamos aprimorando as estratégias para lidar com a confusão e apesar da "carta do restaurante" ter ficando um pouco àquem dos outros anos, acho que foi melhor aproveitado que nunca.
E depois de um pouco de bailarico, rumámos à avenida. Estacionámos bem (como sempre) e ficámos mesmo perto para ver as marchas.
Lembro-me de ser pequena e fazer este ritual: ir ver as marchas à avenida. Andar às cavalitas para ver entre cabeças o desfile de música e cor. Este ano quis recriar estes momentos que tanto carinho me trazem. Decidi bancar a C (que sempre pesa menos 3kg...) nas minhas cavalitas. Beeeemmm!! Se eu soubesse o quanto custa jamais teria pedido em criança (ou não)... Ao final de marcha e meia já tinha tantas dores nas costas e trapézios que até a cabeça latejava... A parte boa é que a C adorou. Batia palmas, dançava e saltava (tudo em cima dos ombrinhos da mamã) e nem me deixava virar para o lado! No final da 2a marcha mudei de estratégia e fui procurar lugar nas cadeiras. Tenho a sorte de ter uma filha sedutora e em pouco tempo estávamos sentadas. A M ainda teve direito a ficar ao colo de uma velhotinha que não fazemos ideia de quem seja.
Bem-haja ao espírito alfacinha!

quarta-feira, 1 de junho de 2016

Dia da Criança - ideia peregrina...

Que ideia fantástica tive eu para fazer com as meninas neste dia tão especial que é o dia da criança? Então? Não advinham?
Ir à feira do livro, num dia de imenso calor, a seguir à escola. Portanto, por outras palavras, peguei em duas crianças estoiradas e birrentas da escola e levei-as a subir (e descer) o parque eduardo VII a ver livros em bancas, que alguns nem sequer conseguem ver porque são altos!
Posso dizer-vos que foi do melhor. Ficámos todos muito mais "ricos" desta experiência. Estamos cansados e mal humorado... A Clara fez birra em todas as bancas e conseguiu rasgar uns quantos livros pelo caminho (lógico que os comprámos...). A Maria aguentou-se melhor, mas ainda assim vem queixosa e pediu 1300 vezes para ir à casa de banho.
Pronto, tinha ideia de fazer agora pizza para o jantar, mas esqueçam lá isso! Vai ser douradinhos que é só meter no forno!

terça-feira, 24 de maio de 2016

Mais um museu no itinerário

Mais um domingo passou, mais um programinha em família. Desta vez com a família desfalcada porque o papá se encontra longe. Fez a tia as vezes do pai e saiu-se muito bem!
Desta vez o destino escolhido foi o Museu Berardo, no CCB.
Bem, pontos fortes: tem imenso espaço para correr, as obras são muito versáteis, e a entrada é gratuita.
Pontos fracos (tendo em conta a faixa etária): não se pode correr, nem falar, nem mexer... O espaço é grande e cansativo, as obras são versáteis: tão depressa estamos a ver uma mulher nua como no momento seguinte estamos a ver risquinhos, bolinhas e luzinhas, com tudo de bom e de mau que isso tem.
Pontos a desfavor: duas crianças que acordaram demasiado cedo, logo estavam com demasiado sono. E fome...

De resto pareceu-me bem. Elas gostaram e aproveitaram algumas coisas, se bem que garantidamente este é daqueles que o melhor é voltar daqui a uns aninhos! Fica a dica na mesma.

terça-feira, 10 de maio de 2016

El Coche!

Falando dos pauzinhos ao sol do post anterior, no Domingo de manhã decidi que para bem da saúde mental de toda a família tínhamos que sair. Dando continuidade ao comentário feito pelo pediatra da C em que boa parte da capacidade cognitiva e emocional das crianças se desenvolve até sensivelmente aos 4 anos pensei que há bastante tempo que não levava as meninas a programas culturais. Então lembrei-me do Museu dos Coches (aquele edifício novo enorme ao pé do palácio de Belém com design duvidoso).
Fizemos uma visita adaptada, como sempre, o que implica não ler as placas, parar a ver pormenores que se calhar não interessam a mais ninguém, inventar histórias e macacadas que possam explicar e aumentar a motivação para a visita. Correu bem! As palavras chave foram claramente "coche", "princesas" e "cavalos". No final a M dizia "Mamã, o cothe e o tavalo vai à minha festa" (só para situar, ela refere-se à festa de anos dela que deverá ocorrer mais ou menos daqui a 6 meses...)
E juntando o útil ao muito agradável, não pagámos nada. Dizia lá nas bilheteiras que o primeiro Domingo de cada mês a entrada é gratuita. Apesar de ter sido o 2º Domingo do mês, tivemos essa benesse.
Aconselho para programinha de 1º Domingo de um mês qualquer!

terça-feira, 26 de abril de 2016

Comédia

Querem saber a comédia do fim de semana? Então, na nossa angústia de pedir, esperar e avaliar orçamentos de obras, que me provocam insólitas e arrepios na espinha, decidimos marcar uma reunião na Mantovani no Sábado ao final do dia. Não sei onde estávamos com a cabeça, porque obviamente que as nossas mini consultoras também tiveram que ir. Resultado: não sei absolutamente nada de materiais de construção, mas fartei-me de correr e brincar com fitas métricas em todo o lado...

domingo, 6 de março de 2016

Programa musical

Expetacular o que o meu marido encontrou: a direcção nacional da psp organiza uma vez por mês concertos para bebés. A actividade chama-se "concertos de palmo e meio" e o público alvo é dos 3m aos 8 anos. E querem saber mais? É completamente gratuito e no final ainda fomos presenteados com  um lanchinho muito bem servido. Mas nem tudo são rosas... A reserva é obrigatória e carece de alguma antecedência. Mas compensa! Ver os senhor@s "poícias" (já melhorou desde o último post, senão nem tinha tentado lá ir) a fazerem palhaçadas, a tocar e a cantar foi muito bom! Elas adoraram e nós também! Aproveitem também :)

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Tarzan do Lá Feria

No domingo passado trocámos a missa pelo teatro (para tristeza da M). Enveredámos pelo trânsito louco e fomos ver o Tarzan. Tenho a dizer que gostei bastante: animado, inesperado, cheio de cor, movimento e música. Não demasiado longo ou massador.
Mas o maior teste foram as meninas, claro! Considerando que era um Domingo de manhã, depois de uma noite pouco dormida e de um despertar arrancado a ferros, acho que o teatro foi genial. A M aguentou-se atenta o tempo todo, mesmo na parte em que se discutiam de forma enojada os piolhos do leão, e que fez o meu coração palpitar. A C aguentou vá, dois terços atenta. Mudou umas 10 vezes de colo, comeu umas 5 bolachas (igual à média semanal) e ainda mandou uns 3 gritos irados, mas acho que correu muito bem. Por isso deixo a recomendação. Não sei os preços dos bilhetes porque foi prenda da entidade patronal, mas foi um momento bem passado.

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Óbidos Vila Natal

Este sábado fomos à Óbidos Vila Natal. Eu sei que podia simplesmente não comentar, mas senti-me um bocado ofendida, por isso faço questão de dar publicamente a minha opinião.
Foi de longe o dinheiro mais mal gasto do ano, ainda por cima não é assim tão pouco... Detestei! Vou enumerar as várias razões:
1- a entrada no recinto fez-me sentir que tinha comprado o bilhete errado. Afinal o dinheiro gasto nada dava para nada. Entre meia dúzia de actividades pagas à parte e um sem número de barraquinhas a vender comida e mais comida, fiquei um pouco perdida sobre o propósito da aquisição do bilhete...
2- mas afinal aquilo não é uma feira de natal? Onde ficou o espírito natalício? Dizem que o tema deste ano é o circo. Pois eu achei que nem uma coisa nem outra. Carecia de qualquer tipo de espírito, excepto o comercial. E posso exemplificar: não havia uma única árvore de Natal, ou elementos alusivos ao Natal. A excepção é o acampamento do pai natal. Um espaço pequeno supostamente reservado ao pai Natal, mas em que puseram o desgraçado num pré fabricado virado contra a parede, para o qual temos que esperar largas dezenas de minutos... Pertencente a este acampamento ainda existe um trenó vazio e meio escondido, e uma jaula com palha, onde os meninos se podem divertir (?!) lá dentro, com um interesse bastante discutível.
3- em relação ao circo, o ponto alto são mesmo os placares com imagens antigas de circo, onde podemos meter a carinha e tirar fotos para a posteridade. As crianças também têm direito, pois fizeram uma jaula (outra...) com placares mais pequenos alusivos aos animais do circo.

O que estava à espera? Bem, sendo uma feira de Natal queria ver o Natal, quente e mágico! Religioso ou não! Queria os duendes, as prendinhas, as renas, a neve, o verde, dourado e vermelho. Tudo cosy! Aqui entre nós, o Pai Natal do Alegro é bem mais simpático, disponível, rápido e barato. A árvore e casa do pai Natal do Colombro fazem as maravilhas esperadas da época, para miúdos e graúdos. Mas para um presépio de se tirar o chapéu, vale uma visita às Amoreiras. É triste (ou não) mas a verdade é que os grandes centros comerciais dão cartas (ou baralhos inteiros) nesta encenação de Natal. Agora a próxima paragem vai ser no Terreiro do Paço/praça do município porque prometi à M que iria procurar um comboio de Natal mais barato que o da dita feira...

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Programa de fim de semana: visitar a luz

Vou partilhar um programa familiar que fiz Domingo passado e que achei super agradável.
A seguir à missa, rumei a Belém com as meninas. Estava um sol espetacular. Vimos os barquinhos (os pais e os filhos, como lhes chamámos) e depois fomos visitar o Museu da Electricidade. Adaptámos a visita à capacidade de concentração e entendimento delas: explicámos que era a fábrica da luz, que vinha água fria aquecer as pedras pretas numa panela muito muito grande. Quando a água aquecia fazia luz. Eu sei que falta um bocado da história, mas tivemos que encurtar... Elas gostaram! No final da exposição ainda há um conjunto de actividades para crianças (e graúdos) que elas adoraram. Mesmo sem entender o que são ou o que fazem, gostaram de experimentar todas, de ver a luz acender ou o comboio a andar. Foi um final de manhã diferente, mas muito interessante. E ainda para mais barato! Ou mesmo grátis, uma vez que a entrada no museu é gratuita. Por isso se não sabem o que fazer no próximo fim de semana, esta pode ser uma opção engraçada!