Páginas

Mostrar mensagens com a etiqueta Férias. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Férias. Mostrar todas as mensagens

domingo, 27 de agosto de 2017

As férias a chegar ao fim...

Voltei! Depois de uma semana na Suica, que salvou o meu conceito de férias, voltámos à base e nem a memória dos ares frescos da Europa diminuíram a ressaca dos miúdos. De facto foi bom, mas cansativo! Sempre a mexer, nada de sestas, muita animação e brincadeira, refeições improvisadas mas incrivelmente bem recebidas. E chegámos cá e há um misto de frustração, e sono e não sei mais o quê que se enrola e torna os dias complicados (na verdade pior que os dias são mesmo as noites!).
Ainda tentámos (erráticamente) fazer um programa que tinha ficado em suspenso, que era uma ida ao zoo, mas a podridão foi tal que passadas 2h de termos chegado já estava tudo a discutir com toda a gente e resolvemos abortar a missão (mas calma! Não perdemos assim o € de forma fácil. Fomos meter as miúdas a dormir e voltámos ao final do dia mesmo a tempo de ver a última sessão dos golfinhos).
Entretanto o pai teve que se retirar em trabalho e mesmo com as ajudas habituais, isto está complicadito... Amanhã é outro dia e espero que corra melhor!
E por falar em amanhã, e em fim de férias, uma vez que já ninguém as aguenta, arranjei um ATL de férias mesmo fixolas para as meninas. Estou a rezar para que elas gostem! Porque preciso mesmo de umas horinhas de descanso e acho que um timeout vai mesmo fazer bem a toda a gente!

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

#3 Dicas de sobrevivência para as férias

Ora bem, onde é que nós íamos?...
Desculpem a ausência, mas estas férias foram muito pouco férias. Tenho a M com uma otite bilateral desde a semana do Algarve, e a C está com uma treta qualquer... Para além disso estão as duas com o que eu chamo de ressaca. Sinceramente não sei bem do quê, mas já perdi algumas horas a refletir. Será sono? Provavelmente terão bastante. Será da desrotina? Bem, esta também implica com a anterior... Será do mano? Reacções "tardias", mas não deixam de ser normais... Será alguma outra coisa que as preocupa? Não sei! Mas de facto não está fácil!

De qualquer forma, se bem me lembro, estava em falta um post com dicas para a praia. No sítio onde ficámos havia praia quase privada com acesso directo e controlado. Uma solução destas, em que deixamos o carro descansar, será na minha opinião o ideal, desde que a distância à praia seja exequível e não implique as crianças todas penduradas em nós. Mas infelizmente não usámos! O problema é que a praia em questão era de falésia e não tinha "palhotas" (não usamos chapéu...), logo tornou-se uma "não opção"! De qualquer forma, temos uma praia de coração, em que já nos conhecem e já conhecemos bem. E aqui sim começam as minhas dicas:
- alugamos sempre uma "palhota". Para além de nos facilitar com menos uma coisa às costas, nesta altura do ano arranjar lugar para as toalhas e afins é um desafio! Assim garantimos uma zona segura de brincadeira, e até de relax (se isso fosse uma opção agora...). Como somos habituais na praia todos os anos, o senhor das palhotas arranja-nos sempre uma boa solução e um preço "famílias numerosas" (mas não nos livramos das bocarras!)
- distribuímos o peso. Comprámos para a escolinha umas mochilas mini da Pêra Doce lindas de morrer 😍 E estas são obrigatórias quando vamos para a praia para distribuir o carrego: cada menina leva a sua toalha às costas, e a sua muda de roupa. O pai leva o resto das toalhas e os brinquedos, a mãe leva os cremes e o resto da roupa, mais o bebé em babywearing 👍 Já me recomendaram imensas vezes arranjar um daqueles carrinhos de ir ao mercado, que parece um saco com rodas, para levar a tralha para a praia. Ainda não o fiz porque nos organizamos bem assim, mas também é uma boa ideia!
- toalhas familiares. Este ano arranjámos uma toalha XXL. É uma toalha que dá para toda a gente lá estar deitada. Levamos sempre a toalha para a beira mar. Para além disso ainda me permite apanhar um bocadinho de sol, sempre devidamente acompanhada claro!
- saquinhos de plástico pequenos, que permitem em qualquer altura improvisar um bacio usando o balde da praia (Atenção: esta tem tanta piada que correm o risco de passar o resto do tempo com falsos alarmes só porque é giro...)
- levar comida saudável, e moedas. Estranhamente consegui que as meninas comessem imensa fruta na praia, que pouco comem em casa. Deve ser dos ares... e assim evitei os pacotinhos e empacotados, e pudemos vingar-nos nas bolitas... 🙈

Estas são actualmente as dicas que vos deixo. Fora as recomendações habituais, claro. Posso ainda vos dizer que andei carregada com um livro na mala nos primeiros dias, até que o tirei por falta de uso, e foi o melhor que fiz! Só fazia mesmo peso...

Agora, boa praia e boas férias! Que as nossas já acabaram 🙏🙏🙏

terça-feira, 1 de agosto de 2017

#2 Dicas de sobrevivência para as férias

Eu hoje tinha pensado todo
um post sobre dicas para a praia, mas depois do que se passou esta noite decidi escrever apenas isto:

Tomámos a decisão de fazer algumas refeições fora durante estas férias. Infelizmente ainda não acertámos com o ideal. Ao almoço é chato porque vêm cansadas da praia e sujas e as birras intensificam-se... ao jantar é mau porque há imensa gente e elas já estão cansadas do dia e com sono, ficam impacientes e as birras intensificam-se... provavelmente a melhor conclusão seria: não estamos em fase de ir a restaurantes porque elas fazem birras e portam-se mal, para nós é um stress é uma vergonha. Basicamente ninguém tira partido de nada!
Ainda assim, para quem não está "tão mal" como nós, ou está mas gosta de passar vergonhas (ou acha preferível por enquanto isso a ir cozinhar nas férias) sugiro:
- esqueçam os restaurantes da moda! Esses estão invariavelmente cheios, com filas. Os miúdos perdem o restinho de paciência que tinham ainda nem sequer vocês avistaram a entrada do restaurante. Preferível comer "pior" (não necessariamente) e ser "muito fora", do que desejar saltar fora do restaurante sem sequer lá ter entrado... Ainda para mais, ter bebés de colo, ao que parece não dá prioridade nestas filas, infelizmente (mas devia!).
- mesmo depois de dizerem boa tarde/noite ao empregado, peçam logo pão e manteigas, etc. Não é o mais desejável, mas pelo menos entretém e garantem que eles engolem alguma coisa.
- mesmo que já não tenham condições de ler todo o menu, verifiquem se algum dos pratos das primeiras linhas se conseguem comer frios, e se são comíveis apenas com uma mão, com 10% da vossa atenção. Lembrem-se que pode ser necessário engolir bocados inteiros, e que na verdade o mais importante é mesmo comer qualquer para não cair para o lado.
- ah, já agora verifiquem se existe parte infantil no menu. Se houver, excelente! Caso contrário acrescentem ao ponto de cima que deve dar para comer à mão, sem perigo maior de engasgamento ou fixação na garganta.
- Por fim, levem os telemóveis com a bateria carregada e acesso à net. Acho que mordi a língua a dizer isto. É como em tudo na maternidade: mesmo quando dizemos a pés juntos que nunca qualquer coisa, é só uma questão de tempo até mordermos a língua e assobiarmos para o lado.

Tentem não se martirizar muito. A culpa de tamanho desespero e exaspero não pode ser vossa. Deve ser uma fase e vai passaaaaaar!!!!

segunda-feira, 31 de julho de 2017

#1 Dicas de sobrevivência para "férias"

Como já tive oportunidade de dizer no post anterior, isto de se dizer que se vem de férias com um molhinho de crianças pequenas (inc. bebés) é comédia pura! Acordar às 6h da manhã, depois de uma noite interrompida, começar o dia com pontapés nas costas e pedidos exigentes, para já, para ontem, parece desumano até para a recruta. Mas é o que temos e por isso não vale a pena fantasiar com as cenas irreais dos panfletos das agências...
Mas isto não significa que não possamos fazer algumas coisas que possam aligeirar estes dias exigentes. E foi este o mote que me levou a pensar fazer um conjunto de posts com coisas simples que sinto que nos ajudam, ou pelo contrário, só desajudam e convém partilhar. Não significa que ajudem toda a gente, mas se tornar a existência de alguém mais leve, já sinto o "dever cumprido"!

(Nota à navegação: estas dicas são provavelmente totalmente inúteis para quem consegue amealhar (e desprender-se) o suficiente para ir de férias em regime "cuidem deles e não me chaguem...")

A dica que inicia esta rúbrica é: o babywearing! Por babywearing refiro-me a todos os porta bebés ergonômicos que existem - panos (ou wrap slings), panos de argolas (ou ring-slings), mochilas e derivações (mei-tai, papatai e afins). (repararam que não está escrito em lado nenhum marsúpio? Pois é! Se este é o teu modo de carrego preferido talvez querias ler um pouco sobre os malefícios do carrego não ergonômico. Sugiro uma voltinha pelo site apertadinhos, para resumos muito interessantes...).
Para nós o babywearing não é novo, mas definitivamente está em expansão neste momento. Acredito que qualquer família com um bebé lucra imenso com este sistema, mas quanto mais filhos o casal tiver, mas imprescindível considero. Seja qual for a escolha (ou escolhas), desde que permita carregar bebés e crianças pequenas, deixando as mãos livres então está óptimo. E ainda se livram de todos os constrangimentos de andar com carrinhos atrás: confusão, espaços pequenos, passeios degradantes, peso e chatice de montar e desmontar, areia da praia, etc.
E então? Já usavam esta? Se não, pensem mesmo em experimentar. Hoje em dia existem vários sites e lojas que alugam estas soluções para os indecisos se converterem! Espero que ajude!

domingo, 30 de julho de 2017

E fomos...

Conseguimos!!! Metemos as trouxas todas na camioneta nova (😂), as 3 cadeiras, os miúdos e o gato! Saímos com 45 minutos de atraso face ao pretendido, o que para nós é excelente! E pusemos a malta toda a dormir a sesta a tempo de aproveitar o tão desejado silêncio em viagem!
Bem, na verdade não foi a viagem toda, por erro de cálculo aqui do marido, que ao chegar às portagens do destino decidiu que não fazia mal ficar na fila com mais carros. Só que claro que faz, porque eles sentem logo a diferença no "treme-treme" e o Manel não resistiu a dar um ar da sua graça. Lá fomos nós outra vez parar à berma... e com o tempo que demorámos tivemos o bónus da nossa cria do meio nos brindar com "oh mãe, tenho as pernas, as costas e a roupa toda molhada! Acho que fiz xixi". E fez mesmo... e a cria mais velha informou pouco tempo depois que se não parássemos lhe iria acontecer o mesmo: voltámos à berma...
No fim chegámos tão exaustos que nos andámos a arrastar. Chegámos tarde ao mini-mercado e acabámos a jantar do take-away.
Sinceramente só não entendo porque continuamos a insistir em chamar a isto férias... isto é treino intensivo, dos duros mesmo!

PS: não podia faltar aqui um enorme agradecimento à Santogal Loures e em particular ao Sr Romeu. Para além da equipa muito simpática e prestável, foi graças ao seu profissionalismo, empenho e trabalho árduo (mesmo!) que permitiram que nós conseguíssemos ter o carro novo em tempo super record para virmos de férias! Ficámos muito bem impressionados!

quarta-feira, 21 de junho de 2017

Back from Everland

De regresso à dura realidade aqui venho eu para contar esta aventura que foi o nosso fim de semana. Peço desculpa por não ter feito o diário prometido, mas infelizmente (ou felizmente) o sítio onde estivemos não tinha internet. Mal tinha rede, a bem dizer...
Mas pronto! A viagem começou menos bem, com a M a vomitar no carro, muito branca... tivemos que fazer uma paragem forçada na farmácia onde mendigámos sacos de enjoo e outras coisas que atenuassem e nos permitissem chegar ao destino. Mas o destino adivinhava-se longe... para além dos assustadores 45º que o carro marcava, a certa altura as paragens fizeram-se em qualquer sítio e distavam entre si cerca de 25km! Não entendo bem isto! Um bebe tem a capacidade de berrar de uma forma inexplicável que nos atinge directamente o centro do cérebro, para no momento em que lhe pegamos, meio atrapalhados na berma de uma estrada qualquer, cessar o choro de forma imediata e ainda agir como se nada se passasse... Também não entendo a capacidade dos homens de deixarem escapar pensamentos só seus, em momentos de stress. Sim, porque no meio desta "comedia" de viagem o meu marido conseguiu pronunciar sem qualquer aviso prévio: "eu sou um urso e tu és o meu mel". WHaT?? Valeu a chuva torrencial que caiu no momento a seguir, que distraiu as gargalhadas épicas!
Enfim, ao fim de 2h30 lá conseguimos chegar ao destino (a distância percorre-se em 1h..), para além dos longos minutos a percorrer caminhos de cabras em terra batida que nos afastaram totalmente de qualquer marca de vida citadina.
Apesar do avançar da hora, os graus persistiram em não descer. 42 graus de temperatura, e trovoadas secas (infelizmente tão famosas nos dias que vivemos). À chegada fomos simpaticamente recebidos, mas caiu-me tudo quando ao sair do carro comentei "bem, isto só se está bem no ar condicionado" e a moça atrapalhada diz "Ah pois... mas não temos!". Pára tudo!!! Estamos em pleno Alentejo, no meio de um monte isolado, e encaldeirado, e vamos ter que sobreviver sem ar condicionado?? Juro que pensei em voltar para casa, mas a lembrança da viagem fez-me engolir em seco e ficar...
Aproveitámos os ventos quentes que surgiram para ir conhecer o monte. Lindo lindo!! Muito bem cuidado, cheio de pormenores que enchem os olhos de pequenos e graúdos, que convidam ao descanso e brincadeiras sem fim. As meninas andavam super felizes, de tal forma que (quase) não se deu conta das sestas não dormidas... O jantar foi preparado e servido na casa, em jeito de grande jantar em família, seguido por uma sessão de cinema infantil ao ar livre, com a motivação subliminar de entreter a criançada enquanto os pais relaxam um pouco. Bem, a noite é que foi um bocado difícil porque entre excitação e calor infernal, os ânimos andaram exaltados!
Ao segundo dia, acordou-se já a destilar. Ainda se tentou um passeio pela quintinha pedagógica, mas foi praticamente impossível torná-la aliciante o suficiente... desistimos e rendemo-nos à piscina! De facto era o único sítio onde se estava minimamente confortável. Aí e onde passámos o final da tarde, já que aproveitámos a proximidade para matar saudades de bons amigos (bem, só um à parte para dizer que comi a melhor carne à Alentejana da minha vida!!! Até babo só de lembrar...).
Na 2ª ainda tínhamos esperança que o tempo desse tréguas. Isto porque era nossa intenção levar as meninas ao Badoca, mas os termómetros já iam lançados logo pela manhã, pelo que nos rendemos mais uma vez à nossa insignificância e passámos a manhã toda na piscina.
No fim de contas, foi um fim de semana porreiro! Não chegou à perfeição pelo calor, falta de internet (e para não mentir, falta de alguns componentes importantes na nossa alimentação) e de sestas eficientes. Também me foi particularmente desconfortável cohabitar (e ser picada) por um sem número de espécies rastejantes e viajantes que nunca tinha conhecido na vida... Mas ainda assim, elas (e nós) andavam mega satisfeitas, a brincar em todo o lado, num espaço lindo e muito bem decorado.
Regressámos quentes, cansados e felizes! E "como tal", decidimos tomar das poucas decisões que poderiam piorar o nosso mood: ir à pediatra ter consulta de rotina com as meninas. Não me vou alongar. Foi horrível! Uma vergonha 😖 Desculpei o comportamento de tod@s com a viagem... o calor... a idade... a fase... a fome... Até ter saído com o rabo entre as pernas na esperança que a médica me voltasse a deixar marcar futuras consultas...

Já agora, o sítio para onde fomos chama-se A Terra do Sempre, em Grândola. Recomendo! Até porque depois do fim de semana, parece que a Barbara (dona) se decidiu a meter ar condicionado nos quartos...

domingo, 4 de setembro de 2016

V de vir e voltar... Virose!

Quando se anda de mala às costas o que levamos trazemos. Lembram-se da dita virose do início das férias? Pois o fim das férias não foi livre de virose... Primeiro a M que se vomitou toda no início da semana. Foram 24h de agonia. Mal ela estava a se recompor, fiquei eu na 5a.

Já não me lembro da última vez que vomitei (acho que foi na gravidez da Clara...). Comecei a vomitar numa visita social a uma amiga com um recém nascido (que bonito, não é?), e já não parei pela noite fora. Como já nem me levantar conseguia e estava mesmo num estado muito pouco recomendado, acabamos por chamar o INEM e passei a noite a levar litradas de soro no hospital. Já estou melhor, ainda não totalmente recuperada...

E para finalizar a C ontem decidiu vomitar-se toda à noite... De todas parece ser a que se está a aguentar melhor. Felizmente!
Falta saber se é vírus homem, ou se o homem da casa não perde pela demora...

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

É bom ser pequenino

Com estas férias "forçadas" tenho tentado explorar actividades diferentes com as miúdas. Não que não se vá à praia (que é mesmo aqui ao lado), mas queria algo diferente. Foi então que iniciàmos as caminhadas! Levamos o saquinho e vamos apanhar pinhas e pauzinhos. Ontem foi mais de 1h de caminhada entre os pinheiros e campos verdejantes dos campos de golfe. Top top! A M aguentou-se como uma crescida, já a C... Está em processo...
Mas chegámos ao apartamento estafados e com calor. Felizmente que eu tinha tido uma ideia mega no dia anterior nas compras: comprei uma piscina insuflável. E pronto, fez-se a festa em grande! E depois disso demoraram uns 5 minutos a adormecer na sesta! Boa!! Pena eu não caber na piscina. É o mau de não ser pequenino.

terça-feira, 23 de agosto de 2016

Ando com insónias...

São 4h da manhã e não durmo desde a 1h... Tudo culpa das crianças! Não, é mentira. Elas só têm metade da culpa!
Já estamos na 2a parte das férias. As chamadas férias forçadas. Nas minhas melhores estimativas a esta altura estaríamos já a viver na casa nova. Mas não... Muito longe disso. A casa nova ainda tem buracos. As estimativas deles dizem fim de Setembro. 1 mês de atraso. Rezo todos os dias para que seja menos... Por isso tivemos que arranjar este acrescento às férias. Algo que ainda tenha sabor a férias. Acho que acertámos!
Aroeira. Gosto! Não conhecia, mas gostei. Calmo, muito calmo. Ouvem-se os pássaros, os gritos das minhas filhas e os meus. Nada mais... Adoro acordar com o verde. O clima ameno. Muito relaxante. Ou não... Esta parte é que está difícil! É inevitável. Andamos todos um bocado em tensão. A M ainda ontem chorava porque queria ir para a casa nova. Eu também, meu amor! Mas temos que esperar... Ela sente que eu também gostava.
Preocupa-me também este inicio de ano tão pouco estável. Tinha tantos planos para este inicio. Tenho  tanto trabalho... E vou andar de mochila às costas, com as crianças e o gato, a saltar de casa em casa...
Tenho insônias. É à noite com todo o silêncio da casa que a minha cabeça activa num loop de preocupações e anseios que não me deixam dormir.
As noites delas também não estão fantásticas. Não sou só eu que ando com dificuldades em adormecer. Tem sido uma média de 1h/1h30 para as meninas caírem no sono, com ou sem sesta. Eu acabo por adormecer com elas e é no despertar que a insônia acontece...
Bem, vou ver se durmo. Depois conto mais novidades!

domingo, 14 de agosto de 2016

Plano Z, de zoo

Não podemos ir à praia? Nem conseguimos estar em casa? Então vamos ao zoo!
E lá fomos nós. Krazyworld, mais precisamente. Tendo em conta que as gaiatas iam com sono e que nem sequer dormiram a sesta, eu acho que correu muito bem! Tiveram direito a um pouco de tudo, cabrinhas (às quais puderam dar de comer), pôneis, pic-nic, visita aos animais exóticos, espectáculos e piscina. No final ainda foram aos insufláveis mas não correu muito bem devido (mais uma vez) a uma descoordenação (inexplicável) minha e do meu marido. Mas pronto, ninguém precisou de hospital por isso podia ter sido pior.
E a cereja no topo é que como compramos as fotos com as cobras e os cães ainda nos ofereceram os bilhetes para o próximo ano! Lá estaremos!!!

Virose

Opá a sério! Não me lembro nada de ter posto isto na mala. Mas como é que ela veio??
Primeiro a M, mas nem deu muito forte. Agora a C, Oh não! E como a C tem as suas particulariedades lá tivemos que falar com o X e o Y e mais não sei quem, para sabermos que devemos estar vigilantes, para visitarmos o hospital caso não melhore, e para nos mantermos afastados da praia por uns dias! Oh Deus, ninguém merece!

Mas o problema é que também não podemos ficar em casa. Já vos falei da casa? O meu pequeno terror! Ando literalmente a passar as passinhas do Algarve naquela casa. Não tem ar condicionado e consegue atingir uns abafantes 50º lá dentro. E mesmo com ventania cá fora, lá não entra nem aragem. Por isso estar lá dentro só se for para morrer, e acreditem que já tive que sair de urgência algumas vezes para dentro do carro para não me estatelar no meio do chão inanimada...

Como resultado destas maravilhas andamos todos a dormir pessimamente. Seja calor, dor, pesadelo, o que for! Esta noite seguidinhas contei 3h. Oh yeah! E viva as ferias por que tanto esperei, e que me deixam com olheiras maiores do que as que trouxe! Não fosse o facto de não ter casa e já me tinha pirado!

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Primeiro rescaldo das férias

O meu vestido, que tanto trabalho me deu a lavar e passar, está feito num oito... Esqueci-me dele no fundo da mala. Mas nem quero saber, estou de férias! E todos os olhares reprovadores que vá receber na praia, nem me vão afectar!
Já as birras das miúdas... Têm sido dias com desafio! Ontem foi talvez o primeiro dia em que o índice de birras se manteve no gerível. A greve às rotinas, as sestas (demasiado) curtas, a mudança de ambientes, enfim, tudo ajuda, ou desajuda... Mas estou confiante! A M quase que já não tem medo do mar e a C já come muito menos areia! Andam as duas um pouco exigentes em relação aos restaurantes (querem sempre ir), mas entre bolas de Berlim e gelados especiais a coisa vai-se fazendo!
Vamos ver como corre daqui para a frente. Boas férias pessoal!

sábado, 6 de agosto de 2016

Sorte macaca em pré-férias

E mesmo mesmo antes de irmos de férias, ali mesmo à beirinha, a M fica com febre, diz que quer vomitar e queixa-se que lhe dói um dente... Sorte macaca! Vamos na mesma, claro...

Mas ainda fui presenteada com uma birra da C que corria no meio de nós porque também queria ir vomitar, seja lá isso o que for! Porque isto que ter tanta atenção da mãe só pode ser uma coisa boa...

sexta-feira, 17 de junho de 2016

Eles vão de férias? Sozinhos???

Realmente a maternidade relativiza muita coisa... Hoje fui levar as meninas ao colégio e reparo num casal que foi levar o seu toddler à creche. A particularidade do casal é que iam todos equipados para ir para a praia: fato de banho, havaianas... Rapidamente comecei a especular e a ligar o botão da censura: "estes" estão de férias e deixam o miúdo na escola para irem para a praia descansar? Bem, mas também pode ser um dia especial para os dois que desejam celebrar sozinhos e de forma especial...
De repente percebi que afinal nenhuma das duas hipóteses me choca assim tanto. Já chocou, confesso! Mas agora parece que não tem o mesmo impacto. Aliás, dei por mim a pensar como seria bom ter uns dias para recuperar baterias, para cuidar de mim, para namorar... Hoje dou muito mais valor a pais saudáveis e felizes. Pais presentes sempre deixou para mim de ser tudo o que é preciso! Até porque se há dias que preferíamos passar umas boas horas sem eles, estou cá a achar que eles também não se importavam de tirar umas férias de nós... No fundo hoje acredito mais em pais felizes, crianças felizes!

quarta-feira, 30 de março de 2016

A Páscoa surpresa!

Uma nota ainda sobre a Páscoa.
Acabou por ser extremamente benéfico. Para além de todas as brincadeiras das meninas, as bochechas vermelhas de rir e correr, de apanhar fruta e regar com a avó, ambiente bem diferente da vida citadina que acaba sempre por compensar o cansaço e deixar alguma tristeza na hora de vir embora. Mas para além disso ainda houve tempo para conversar. Daquelas conversas em volta da mesa, que juntam as partes interessadas (quase todas). Onde se esmiuçam assuntos mal arrumados e que nos faz reencontrar e unir e conhecer melhor o que os outros sentem e fazem. Posto isto: saldo positivo da Páscoa!!

segunda-feira, 21 de março de 2016

Téte-a-téte

Hoje tive uma conversa exaltada com o marido. Quero acreditar que ele disse coisas que se vai arrepender de ter dito. Pena ter sido numa semana tão delicada para mim como esta. Também vou contabilizar que andamos a dormir pouco e mal, e que ele ainda conta com uma virose que o pode estar a deixar com alguma falta de senso. Ainda assim gostava de partilhar o que me vai na alma sobre esse assunto.

Tema: férias escolares, mais precisamente as das minhas filhas.
Aproxima-se uma época de família, de união. Nesta quadra, milhares de famílias portuguesas escolhem ficar juntos, tirar uns dias. Há também aqueles que não escolhem, mas que derivado das férias escolares, e sem outra alternativa, acabam por ficar com as crianças. Mas aparentemente nem todas as crianças, em todas as escolas têm "direito" a férias. Há aquelas, que por necessidade (e vou acreditar que é mesmo isto) dos pais, permanecem abertas praticamente o ano todo. E depois também há aquelas crianças, que por ainda não estarem sequer no 1º ciclo, não parecem necessitar de férias, porque no fundo como não trabalham, não precisam de descansar.
Mas o que é isto de férias? É descansar? Fisicamente? Se é, então há muitos muitos anos que não tenho férias (se é que alguma vez tive). Eu pensei que férias fosse mais para descansar a cabeça, ocupar os pensamentos com coisas mais saudáveis, aproveitar para estar e fazer em família, amigos, ou mesmo sozinho. Coisas que em tempo de trabalho/aulas não é possível. Ok, então tendo esta última definição como "correcta", prossigo o post. Assim sendo, parece-me que uma criança pequena também lucra em ter férias. Estar mais tempo em família é, na minha opinião, a coisa mais importante no desenvolvimento das crianças a todos os níveis. E deveria também ser dos adultos que são pais, mas isso já é outro tópico.
Dá trabalho? Sim! Chega a ser mais cansativo do que os dias looogooos de trabalho no emprego? Sem dúvida! Mas sejamos honestos, ninguém nos obriga a ter filhos! Mal comparando, ninguém dos obriga a contrair um empréstimo para comprar casa, mas se o fazemos, temos que pagar a prestação todos os meses, sob pena de ficarmos em maus lençois. A vida é feita de escolhas e acredito que cada escolha veja carregada de responsabilidades, mas pasmem-se, de enormes benefícios e alegrias!
Desde que as meninas nasceram que, pela altura da Páscoa, tento que estejam em casa pelo menos 4/5 dias. Este ano não vai ser possível ficarem em casa na 5ª feira Santa, por isso achei que seria benéfico "compensar" na 2ª seguinte. O que fui eu achar?!?! Que coisa mais disparatada!?!? 2ª feira é dia de trabalho! As pessoas normais trabalham, não andam praí a tirar férias à 2ª feira!! Até porque férias, se quisermos mesmo é em Agosto e nada mais! Foi mais ou menos este o clima...
Que pena! Não me lembro bem da claúsula que diz que só posso ter férias em Agosto. Deve estar ao lado da que diz que não é para trabalhar ao fim de semana, nem a seguir a deitar as meninas. Devia ter estado com mais atenção, porque fiquei com a sensação que poderia tirar um dia de férias dentro do periodo de férias escolares. Shame on me!
Agora sem falsos moralismos! Ofende-me quando a única preocupação passa pela casa onde se almoça no Domingo, ou qual o trajecto que nos permite passar em todas as casas que são precisas. Ou que o grande feito da quadra passe pela renúncia de algo que não comemos, para deixar essa verba na Igreja. Que grande deturpação das coisas! Onde está escrito na Biblía que a renúncia passa pelos alimentos fisicos? Que visão pequena de palavras grandiosas! A principal renúncia é espiritual! E essa, para além de ser bem mais dificil, não tem moedas que paguem! Porque é que seria menos merecedora a renúncia de um dia de trabalho, para ficar em familia? Não seria essa uma renúncia MAIOR!
Mas qual família? Dá-me a sensação que os homens têm (muitas vezes) dificuldade em fazer a mudança de foco familiar (e dar mesmo mesmo foco). Não que pais e irmãos deixem de existir, mas na minha opinião passam para 2º (ou 3º) plano, quando existem filhos pequenos.
E para terminar, porque é que o português continua a pensar que o bom é trabalhar mais e mais? Quanto mais horas melhor! Estar lá horas a fios é que é bom desempenho profissional! Quando é que vamos por a mão na consciência e analisar friamente as consequências desta prática? Olhando à volta, o que é que vemos? Horas a mais, produção a menos! Porque não nos comparamos a outros países em que se trabalham cargas horárias decentes, e em que se produz NxMais? Nós não precisamos de mais estar horas nos trabalhos, precisamos é de ser mais eficientes e produtivos. Se eu trabalho 4h e produzo mais que alguém que está 10h no trabalho, alguma coisa vai mal, muitooo mal...

E com isto me despeço, bem mais levezinha por sinal!


sábado, 2 de janeiro de 2016

Fim das Festas (ou quase)

Gosto de sair, de conviver, de passear, mas das coisas que mais prazer me dá é o regressar a casa. É tão bom voltar, e organizar tudo para voltar à normalidade. Por isso hoje, apesar das horas, dos montes de roupa e outros tantos afazeres que ficaram por fazer, deito-me satisfeita! Estou ansiosa por voltar à minha comoda rotina :)

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Roupa, roupa, roupa...

Este é sem dúvida o post mais apropriado a seguir ao da volta das férias. O regresso à normalidade não se faz assim que se chega. Antes é necessário fazer N máquinas de roupa, lavar e passar os vários montes de roupa. E eu até pensei que não tínhamos gasto assim tanta roupa.
Se não fosse a minha vontade de reorganizar tudo rapidamente acho que esta tarefa demorava o triplo. É que eu enquanto não vejo tudo arrumado nos seus devidos lugares já não descanso, fico louca!
Ainda por cima a senhora que passa a ferro vai estar de férias das próximas 3 semanas. Oh joy!!

terça-feira, 18 de agosto de 2015

Dor de cabeça do Zoomarine

Hoje fomos ao Zoomarine. Andamos a adiar há uns anos (vai-se lá saber porquê...), mas motivados por uma amiga que garante que lá vai todos os anos com os seus filhotes e que tudo corre lindamente lá fomos.
Confesso que ia bastante entusiasmada, não pelo sítio ou o evento, mas porque adoro ver a reacção das miúdas a qualquer "primeira vez"!
Tentámos fazer uma maratona, ou seja, correr todos os cantinhos. E correr aqui não podia ter ficado melhor. Começámos pelas focas e leões marinhos. Ficámos para o espectáculo. Acho que elas gostaram. A C fartou-se de dançar. A M nunca é muito efusiva, mas depois falou das focas o que já é bom sinal. Depois fomos explorar o recinto e estancámos nos carrosséis. (Aqui abro um parêntesis para dizer que cada vez acho mais que há uma idade certa para cada coisa. Tive que andar com elas no carrossel, para as segurar, e ia tendo um ataque de vômitos! Como é que eles aguentam andar à volta e para cima e para baixo?!? Bahhhhh!)
A fome apertou e tentámos comer uma sopa num dos restaurantes. O caos! Eu comi, o pai também... Siga! Hora dos golfinhos!
Aqui a coisa já correu mais ou menos. Não é que elas não tenham gostado, mas caídas para o lado, de chucha e óó, a interacção e entusiasmo foram visivelmente menores. Foi de tal forma que a C nem sequer aguentou o caminho até ao relvado para almoçar o farnel. Ferrou-se a dormir. Tentei a todo o custo, juro que sim, que a M também dormisse um bocadinho. Ter-lhe-ia feito taoooo bem!!! Bem, mas acabou em mais carrosséis com o pai enquanto eu vigiava o sono tranquilo da C.
Toca a acordar! Arrumar as trouxas! É hora das aves tropicais. 
Beeem!!!! Correu tão mal! As duas a fazerem birras e a portarem-se mesmo mal. Tenho a sensação que criei um obstáculo no início da relação das minhas filhas com as ditas...
Estava tudo a descambar. E ainda faltava tanta coisa para ver. O pai ainda tentou ir a outra coisa, mas nem entrámos porque percebemos que íamos causar mau ambiente...
Então vamos para a piscina! Pelo menos elas gostaram da ideia. E quando eu achava que elas já estavam complemente podres, eis que surge uma nova onda de energia para pular e saltar na piscina. Mas eu não sei o segredo e não carrego baterias assim, por isso a minha capacidade foi diminuindo... Saímos da piscina às 18h com a promessa do gelado (e cumprida).
Arrastamo-nos até ao carro e tenho a sensação que a M já tinha adormecido ainda a estava a sentar na cadeira... 
Para já o que posso comentar é que foi muito cansativo. É muita gente, muito calor, hidratação e alimentação desregrada e fora de horas, filas para tudo, e calor, já disse calor? Mas isto faz parte do denominador comum... Acrescendo duas bebés que não dormiram a sesta (ou pouco dormiram) e que a dada altura entraram em transe. Elas e eu...
Acompanha-me uma valente dor de cabeça!

Deixo o aviso: cuidado com o Zoomarine se possui crianças menores de 3 anos!

domingo, 16 de agosto de 2015

Coisas que ainda assim me fazem sentir de férias

O início das férias foi agitado. Pouco parecido com o que tinha imaginado. Muitas birras, disparates, gritos e nervos à flor da pele. Por momentos achei que estava bem melhor em casa...
Melhorou, mas tenho que me habituar que férias de descanso só mesmo daqui a uns anos porque isto de ter duas pirralhas pequenas não é pêra doce.
Mas no meio de tudo isto vou tendo momentos fugazes que me dizem que estou de férias. Momentos que sabem bem, arrancam sorrisos, fazem sentir o calor da familiaridade.
Os dois minutos estendida na toalha a apanhar sol (sem nenhuma criança em cima, porque quando elas se aperceberam fiquei atolada de crianças).
O gelado do sítio de sempre! Que não existe em mais nenhum lugar do mundo. Pelo qual suspiro o resto do ano.
Os pintainhos no churrasco (como lhes chamo) no restaurante de sempre.
A visita à praia do coração, que por esta ou outra razão não nos é possível neste momento estar sempre lá! E este ponto tem muito mais que se lhe diga, não só a praia em si que adoro, mas as palhotas que deixam o chapéu de sol em casa, e fazem rever as caras dos desconhecidos de sempre. E é tão giro ver como cresceram os pequenotes dos desconhecidos, que boa sensação de família!
A bolinha da praia! Aquela que só sabe bem assim, na praia de férias, e que nos faz esquecer os centímetros de rabo extra que elas trazem.
Ahhhh! Férias!!!